People who are different change the world

Mostrar mensagens com a etiqueta Pão e massas levedadas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pão e massas levedadas. Mostrar todas as mensagens

18/02/2018

Empadas de legumes e carne hipoproteicas na bimby

Olá a todos hoje trago-vos as minhas empadas feitas na bimby.
Atenção a patologia que eu tenho é a leucinose, garanto que a receita é baixa em proteína e leucina.

09/02/2017

Pãezinhos com mix de farinha de castanha

Os pãezinhos acabadinhos de nascer!
Pãezinhos com mix de farinha de castanha 🌰
Ingredientes:
  • Farinha loprofin 250g
  • 30g de farinha de castanhas Bauckhofe bio (celeiro ) 6g proteína/100 gramas
  • 1 saqueta de fermento seco de padeiro ( a que acompanha a farinha Loprofin)
  • 30 g de manteiga amolecida
  • Sal marinho qb
  • 150 ml de àgua
  • 1 cs de Coffee mate
  • 1cs de natas vegetais/créme fraiche
A preparação não tem nada que saber:
  1. Secos misturados numa taça
  2. Manteiga amassada com as mãos até ficar numa espécie de massa areada grossa, 
  3. Fermento hidratado à parte durante 10 m, 
  4. Entram os líquidos e a colher de pau e mãos a trabalhar até a massa ficar lisa e fazer bolhas.
  5. Deixar a massa em repouso durante 30 m, em lugar com boa temperatura. Cobrir o recipiente.
  6. Fazer bolinhas com as mãos enfarinhadas (eu uso Maizena).
  7. Forno 20 a 30 minutos
Deliciosos. Dá para 8 pães de tamanho pequeno. O tamanho certo para os lanches na escola . Acabados de fazer voaram 2 quentinhos , um atrás do outro com manteiga a derreter . 
Uma das minhas receitas TOP Ten.

07/05/2015

6 anos de Blogue. A vida de Mãe Pku, por vezes é um caos!

Mais um ano passou e a minha vida de Mãe Pku continua intensa e não demonstra sinais de abrandamento! 
Para quem não se lembra, o João está no primeiro ano da escola pública e eu estou de "serviço" ao refeitório. O que pensei que poderia ser uma fase inicial e que poderia depois ir deixando, passados um ou dois meses, revelou-se de certa maneira um hábito que não consigo largar. Mais dois braços numa escola, revelam-se sempre úteis! E depois esta minha aparente disponibilidade, é naturalmente bem aproveitada pelas crianças que ainda pequenas, precisam de uma atenção mais focada.
Fazendo um balanço do meu lado pku da vida, alguns saltos importantes foram dados, outros ainda estão para vir.
1. A entrada no primeiro ciclo e as respostas do João às exigências deste "primeiro ano do resto da sua vida". O João é um aluno cheio de brio e empenho o que muito me orgulha. Sendo o mais novinho da turma,  cumpre com desempenho as suas obrigações de estudante mini. E já estava a ler antes dos seis anos!
A socialização é complicada na escola, como será para todos. Os grupos e grupinhos nestas idades são tramados e não se inibem de discriminar um colega por qualquer motivo, ser mais o mais novo, ser diferente, o que inclui, a cor da pele, a língua materna, o país de origem, a alimentação, etc Há de tudo nesta turma, e felizmente para o João, há outros miúdos que comem "diferente", por razões de ordem cultural e religiosa. E viva a diferença! Uma das coleguinhas do João, é vegetariana, outro não come carne de porco e ainda outro, não come carne de vaca. Apesar da perplexidade inicial perante os pratos do João, os colegas não raras vezes, lhe invejam a ementa. O João é o único a levar as refeições de casa e o única a ter uma Mãe autorizada a ter presença no refeitório. 
A minha presença assídua na escola é uma faca de dois gumes, quero eu dizer, se por um lado apoio e protejo o João, e tenho a certeza que não há falhas, que ele tem toda a atenção especial que merece, par contre , o processo de autonomia da Mãe não o mais normal. Eu tento disfarçar distribuindo os meus cuidados por todos e hoje em dia quase que faço parte da paisagem. Conheço todos e todos me conhecem, estou ali disponível para "os meus meninos" como dizem as funcionárias. Espero que para o ano seja diferente e o João possa andar mais solto. Também sou alvo de criticas por parte de pessoas do meu circulo como o meu filho mais velho, esta minha tendência super protectora com o irmão, deixa-o horrorizado. Eu sei que vou ter que me refrear, mas quando há um bom motivo, dispenso-me de ir à escola todos os dias. Se calhar preciso mesmo é de ter uma maior quantidade de bons motivos para lá não ir.
2. A toma dos aminoácidos distribuída por três tomas ao longo do dia. 
A colaboração do Professor Pedro e da escola, o processo de autonomia crescente do meu filho, que em caso algum, gosta de dar parte de fraco!, em muito contribuíram para que o lanche com aminoácidos seja tomado sem dramas ou ondas. Inicialmente enviava meia barrinha com aminoácidos para o lanche da tarde, mas o João adere muito melhor ao copinho de "leite", mesmo que seja em crú, sem qualquer aditivo. Era uma das dificuldades que sentia desde que acabei com os biberons da noite, ou seja, desde os dois anos, conseguir distribuir de forma aproximadamente equitativa a toma dos aminoácidos. O meu filho não aderiu até agora a outras formas, o "leite" é o seu básico e garantido suporte para a toma dos aminoácidos. As barrinhas tolera-as com dificuldade, mas ainda não perdi a esperança de que venha a aderir mais tarde.
3. O pão
Duas conquistas maravilhosas e seguras. 
A primeira é que me tornei definitivamente uma padeira de Aljubarrota, e que os pãezinhos que faço para o João são bons e bonitos! Ainda fico deslumbrada cada vez que faço uma fornada de pão para o João, eu consegui ao fim destes 6 anos de mãe Pku vencer de forma excelente! a questão do pão hipoproteico Para tal muito contou este blogue e a colaboração extraordinária das Mamães Pkus, hontra seja feita à Paula Viegas, a nossa Super Chef. Não sei se partilham desta minha perspectiva, mas o pão é uma das questões que mais me preocupava desde sempre. O lado B desta história do pão é que a Mãe Padeira está todas as semanas de serviço porque o pão desaparece num ápice! O trabalho na cozinha não tem fim para um Mãe Pku. Pois....
A segunda boa notícia relativamente ao pão, é que o João aderiu muito recentemente ao pão de forma da Loprofin fornecido pelo CGM o que muito me alegra e facilita a vida. Torradinhas ao pequeno almoço e ao lanche sem mais trabalho para moi! A pesar das minhas reservas relativamente às qualidades deste pão, é de levantar os braços para o céu, esta ajuda abençoada dos pré-feitos.
4. Eu, a minha vida.
Para além do João, a minha vida parece que ficou em stand-by. A paragem profissional dos primeiros anos que no meu caso era incontornável, tarda em regressar. É o meu principal foco de angústia. até quando terei que estar "tão" de serviço? O João continuou este ano a ser objecto frequente das horríveis e insuportáveis viroses, com os valores  de phe a andar a reboque, aos altos e baixos. Se no ano passado consegui angariar alguns trabalhos profissionais e levá-los a bom termo, foi sempre com o credo na boca, à espera que de repente me aparecesse um vírus e que tivesse que recolher a casa. A maior parte do tempo, acho que o João precisa de mais tempo de descanso, de recuperar as forças nos fins de semana, que a escola exige dele bastante esforço, que ele não é muito resistente. Não consigo perspectivar os próximos anos o que muito me preocupa, até quando estas doenças da primeira infância? Sinto-me muito insegura para enfrentar o lado "trabalho", sempre condicionada com estes revezes. Se a minha actividade profissional anda em crise generalizada, imagine-se para alguém que tem à partida reservas de disponibilidade.
Até o meu lado blogger tem sido afectado, as minhas ausências aqui prolongam-se e sinto-me inibida de partilhar as "angústias", quando só gostaria de partilhar alegrias e conquistas. Sinto na pele este impacto limitativo da Mãe que se quer libertar mas não vê luz ao fim do túnel. Prometo a mim própria que vou fazer e organizar encontros, mercados e lanches, mas na verdade não consigo encontrar forças para tal. É um dos meus espaços mais queridos, este blogue que tantas alegrias me tem dado ao logo destes anos. Quero regressar em força, reestruturar objectivos, fazer calendários mas parece que também eu me sinto em stand by aqui. A minha lista de actividades por cumprir é extensa e eu sempre tive a clareza de a projectar no tempo, e tempo de Mãe Pku é para a vida. Não desisti de nada porque não está na minha natureza desistir, mas por vezes é difícil resistir. Aproveitei este ano para fazer alguma formação em áreas que sempre me foram caras ou experimentar outras. Quem procura, sempre alcança é minha convicção. O caos instalou-se, mas a luz chegará, tenho fé. 
E entretanto, apesar de tudo, estou cá.
Um abraço
Sophia

16/03/2015

Pizza de beringela, tomatinhos, azeitonas e queijo, da Chef Joana

Mamma Mia, la pizza!
E porque uma receita de pão nunca vem só, a Joana Sarmento partilhou logo de seguida a pizza deliciosa que fez com a mistura de farinhas do pão. E porque a Chef Joana, é uma moça muito moderna, usou a Bimby como ajudante. A pizza das farinhas maravilha,

Pizza de beringela, tomatinhos, azeitonas e queijo
  1. Sobre a base leva azeite, oregãos e tomate e queijo 
    ralado da violife a gosto.
  2. A massa foi feita com as farinhas maravilha, a mistura do pão
Ingredientes para a massa: 
  • 230gr de farinha, 
  • 100gr de farinha de Milho, 
  • 12gr de Goma Xanthan, 
  • 8gr de coffee mate, 
  • 7gr de fermento, 
  • 270ml de leite de arroz morno, 
  • 2 colheres de sopa de manteiga derretida, 
  • 2 colheres chá de sal, 
  • 1 colher de chá de extracto de baunilha, 
  • 2 colheres de sopa de mel. 
Maravilhosa e devorada, diz a Chef Joana. E nós acreditamos porque o aspecto é demais! 
Obrigada!

Um pão de máquina muito especial, da Chef Joana

O pão da Joana está muito bonito!

Diz a Joana Sarmento:
Partilho uma receita nova de pão, que fiz na máquina de pão. Além de ser óptimo de sabor, a grande vantagem é que dá para toda a família. Comprei as farinhas no corte inglês, que foram aprovadas pelas dietistas.
Ingredientes: 
  • 230gr de farinha, 
  • 100gr de farinha de Milho, 
  • 12gr de Goma Xanthan, 
  • 8gr de coffee mate, 
  • 7gr de fermento, 
  • 270ml de leite de arroz morno ( pode ser substituído na metade ou em parte por água), 
  • 2 colheres de sopa de manteiga derretida, 
  • 2 colheres chá de sal, 
  • 1 colher de chá de extracto de baunilha, 
  • 2 colheres de sopa de mel.
Preparação:
  1. Fermento: Misture numa tigela 60ml de água morna com 7gr de fermento (usei o da Schar) e 1 colher de chá de açúcar. Deixe repousar durante 10 minutos.
  2. Numa tigela, misture bem os ingredientes secos (farinhas, Xanthan Gum, Coffee mate e o sal. À parte, num copo alto, misture o leite morno, a manteiga derretida, o extracto de baunilha e o mel, por fim junte a mistura de fermento.
  3. Coloque na cuba da máquina, a mistura liquida e por cima a mistura das farinhas. Eu fiz num programa de 3 horas, mas podem tentar fazer num mais curto.
A Joana partilhou a sua receita nova de pão, e diz quem a experimentou que é verdadeiramente deliciosa! Obrigada Chef Joana, vamos todas pôr as mãos na massa! Estás uma verdadeira Super Chef!

03/03/2015

O Livro do Pão ou Happiness Only Real When Shared

link para o download AQUI 
Finalmente um pequeno guia com receitas hipoproteicas deliciosas de pão, massa para pizzas, scones, panquecas e muito mais! 

Com muito orgulho e satisfação e uma modesta contribuição com algumas receitas pudemos também participar e assim juntar-nos a este esforço em conjunto com algumas das nossas distintas Chefes  e companheiras de estrada desde sempre, nomeadamente a nossa jovem promissora Chef Catarina Costa.  
O Blogue Pku metabolicas congratula-se com a publicação de algumas das receitas que aqui temos publicado ao longo do tempo poderem ir direitinhas para as vossas, nossas prateleiras lá de casa.

Obrigada à Nutricia e aos divertidos Amigos Anamix por continuarem a trabalhar para e connosco, a comunidade metabólica agradece de coração aberto.

Porque o nosso lema é desde sempre Happiness Only Real When Shared

Sofia e Paula

19/12/2013

Finalmente Pão II - Versão simplificada

Já publiquei aqui a minha receita de pão  (http://pkumetabolicas.blogspot.pt/2012/11/finalmente-pao.html), que é a única que me resulta bem e que o Vasco come, especialmente em formato de pãezinhos.

Já fiz inumeras vezes a receita e como leva bastante tempo, fiz uma pequena alteração para simplificar: cortei a etapa de deixar o pão levedar e passei a colocá-lo directamente no forno após a confecção e resultou ainda melhor. Por outro lado a minha forma de pão (com 30cm de comprimento) era enorme para a quantidade de massa da receita orginal que resultava sempre num pão baixinho, então aumentei as proporções da receita e consegui um verdadeiro pão de forma.

Aqui fica então a versão actual da receita do meu pão:

Para fazer pãezinhos:
Fermento: Misture numa tigela 60ml de água morna com 2 colheres de chá (colher medida) do fermento que vem com a farinha e 1 colher de chá de açucar. Deixe repousar durante 10 m para activar o fermento. Fica com este aspecto:
Massa:
230g de farinha Loprofin
80g de polvilho doce
12 gm de psillium husk
2 colheres de sopa de flocos de batata (a Sofia já fez sem flocos e resultou muito bem)
2 colheres de chá de sal
270ml de leite hipoproteico morno
2 colheres de sopa de manteiga derretida
2 colheres de sopa de mel (mais escuro é melhor para dar cor, obrigada pela dica Sofia)
Misture bem os ingredientes secos numa tigela (farinha, polvilho, psillium husk, flocos de batata e sal) com a batedeira na velocidade lenta. Misture à parte o leite, a mistura do fermento, a manteiga e o mel num copo alto. Junte a mistura liquida gradualmente aos ingredientes secos e bata em velocidade média durante 1 minuto. Deixe a mistura repousar tapada por 10m (serve para as farinhas absorverem bem o liquido). Povilhe a bancada com farinha e deite a massa que deve estar espessa e pegajosa.
Povilhe um pouco de farinha por cima e amasse levemente juntando apenas uma quantidade minima de farinha para não se colar muito.
Molde pãezinhos, do formato que se quiser, e coloque num tabuleiro untado. Leve a forno pré aquecido a 180º (é muito importante que o forno já esteja bem quente) por 15-20 minutos. Estão prontos. Como podem ver na foto, ficam mais brancos do que a versão anterior, porque reduzi substancialmente o tempo de cozedura, mas vou testar a dica da Sofia de juntar um mel mais escuro (o que junto habitualmente é muito claro). Em compensação ficam mais fofos.
Para fazer pão de forma (se tiver uma forma de pão pequena pode usar as quantidades supra referidas, se a forma for maior como a minha - 30cm de comprimento - as quantidades que utilizo são as seguintes):
Fermento: Misture numa tigela 90ml de água morna com 4 colheres de chá (colher medida) do fermento que vem com a farinha e 2 colher de chá de açucar. Deixe repousar durante 10 m para activar o fermento. 

Massa:
350g de farinha Loprofin
120g de polvilho doce
15 gm de psillium husk
3 colheres de sopa de flocos de batata
3 colheres de chá de sal
400ml de leite hipoproteico morno
3 colheres de sopa de manteiga derretida
3 colheres de sopa de mel

Proceda como acima referido para a preparação da massa. Depois de repousada e ligeiramente amassada, coloque a massa na forma de pão untada com manteiga. Leve a forno pré-aquecido (é muito importante que o forno já esteja quente) a 180º durante 30 mínutos. Decorrido este tempo retire a forma, pincele a superfície do pão com manteiga derretida para alourar bem e leve ao forno por mais 15 minutos. Retire do forno, desenforme e deixe arrefecer.

Esta receita é muito versátil e o pão fica com bom sabor e consistência. Também é possível fazer wraps ou tortilhas como referi no post original.

Beijinhos
Paula Viegas

18/12/2013

Os meus pãezinhos preferidos

O sonho dos pãezinhos realizou-se
E porque quem conta um conto, acrescenta um ponto... 

Finalmente arranjei a coragem para tentar a receita de pão da Paula Viegas.
Já tinha dado a provar ao João um dos deliciosos pãezinhos da receita feitos pela própria Chef Paula e ele adorou, para mal dos meus pecados! Ao fim de um ano(?) da publicação da receita, hoje foi o dia. 
O Joãozinho em casa super constipado neste Inverno que chegou mais cedo, foi a altura certa escolhida para esta aventura culinária tão importante, o Pão! Na verdade tenho-me dado bastante bem com o Pão Brioche feito na máquina, mas pãezinhos amassados à mão, são outra coisa, outra mística e permitem que ele coma um lanche decente sem ser aquela fatia a desfazer-se de pão de fôrma, bom, mas difícil de segurar. Um sonho para mim, fazer pãezinhos de verdade, com cara de pão, que se abram e tenham miolo de pão, enfim, acho que vocês me percebem. Como sou pouco experimentada na cozinha, achei francamente que seria quase impossível obter um resultado bom.
Mas o milagre aconteceu e superou muitíssimo as minhas expectativas:
A preparação
Segui a receita dentro do "meu" possível e naqueles pormenores que me foram impossíveis de seguir porque me faltavam os ingredientes, improvisei com a "prata da casa". A Chef Paula foi-me actualizando os tempos por telefone o que foi uma super ajuda extra e o resultado foi este, magnífico, modéstia à parte!

Na preparação do fermento, segui rigorosamente as instruções da receita.

Fermento: 
Misture numa tigela 60ml de água morna com 7 g do fermento que vem com a farinha e 1 colher de chá de açúcar. Deixe ficar durante 10 m a repousar para activar o fermento.


Na preparação da Massa dispensei os flocos de batata (porque não constam da minha despensa) e o polvilho utilizei o azedo, porque era o que tinha.  Fico logo com os nervos em franja, o que é que vai sair daqui?

Massa para 9 pãezinhos médios:
  • 230g de farinha hipoproteica Loprofin
  • 80g de polvilho azedo (o que se usa para a base dos pãezinhos de queijo)
  • 12 g de psillium husk da Solgar
  • sal marinho a olho
  • 270ml de leite hipoproteico morno
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal amolecida
  • 2 colheres de sopa de mel escuro ou melaço (por causa da cor)
  1. Misture bem os ingredientes secos numa tigela (farinha, polvilho, psillium husk e sal) com uma colher de pau.
  2. Misture num recipiente à parte, o leite, a mistura do fermento, a manteiga e o mel. Junte a mistura liquida gradualmente aos ingredientes secos e misture bem até ficar uma massa homogénea e sem grumos. 
  3. Deixe a mistura repousar tapada com um pano de cozinha durante 10 minutos.
  4. Polvilhe a mesa de trabalho com farinha hipo enfarinhe as mãos.
  5. Molde os pãezinhos.
  6. Vão entre 10 a 15 minutos a forno pré-aquecido.
  7. Vigie e experimente com um palito quando estiverem com douradinhos.
Obrigada Chef Paula, vês como sou uma boa discípula? O João adorou simplesmente e eu também!

08/06/2013

O Pão Brioche - Versão II

Morno, doce, perfumado e com um sabor ligeiramente baunilhado.
Ingredientes:
  • 2 pacotinhos de leite hipoproteico da Loprofin
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal à temperatura ambiente
  • 1 colheres de sopa rasa de coffee mate
  • 1/2 pacote de levedura seca (dos pacotinhos que acompanham a farinha)
  • 1 colher de sopa de açúcar baunilhado
  • 4 colheres de sopa de açúcar mascavado
  • 300gr de farinha hipoproteica da Loprofin
  • 1 colher de sobremesa de substituto de ovo
  1. Amornar o leite e deitar todos os ingredientes, com excepção da farinha, numa taça e misturá-los com uma colher ajudando a que a mistura fique uniforme. Acho que foi um dos meus calcanhares de Aquiles da primeira vez que fiz esta receita de pão.
  2. Quando a manteiga, em particular, parecer bem derretida no leite, deitar a mistura para o interior da cuba da máquina do pão e juntar a farinha e o substituto de ovo.
  3. Escolher um programa na máquina que seja de 2h10/15m ou equivalente, eu escolhi na minha máquina, um programa adequado à execução de pão de leite. Mais uma alteração à receita anterior, desta vez escolhi um programa mais curto.
  4. Ajudar com a espátula se necessário para evitar que a farinha se agarre às paredes laterais da cuba.
  5. Esquecer o assunto enquanto a máquina trabalha.
Sabor adocicado sem ser enjoativo, cheiro excelente, textura do miolo óptima, crosta deliciosa, fiquei mesmo encantada com o resultado.,Esta receita é a que vou finalmente registar no meu livrinho das Melhores Receitas para o João, porque ficou mesmo muitíssimo bom. O João adorou.

*A receita vinha publicada pela Maman Mathilde Dufour, num grupo de Fenilcetonúria francês do FB e eu adaptei.
* A minha máquina de pão é uma Tefal e estou razoavelmente feliz com os seus resultados.

12/05/2013

Brioche en machine à pain, ou um delicioso Pão Brioche

Pão brioche acabado de sair da máquina com  o característico buraco da pá ao meio... 
Ingredientes:
  • 2 pacotinhos de leite hipoproteico da Loprofin
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal à temperatura ambiente
  • 3 colheres de sopa rasas de coffee mate
  • 1 colher de sobremesa de levedura seca (dos pacotinhos que acompanham a farinha)
  • 1 colher de sopa de açúcar baunilhado
  • 4 colheres de sopa de açúcar mascavado
  • 300gr de farinha hipoproteica da Loprofin
  • 1 colher de sopa de substituto de ovo
  1. Amornar o leite e deitar  os ingredientes por esta ordem na máquina do pão.
  2. Escolher um programa na máquina que seja de 2h30m ou equivalente, eu escolhi na minha máquina, um programa adequado à execução de pão brioche.
  3. Ajudar com a espátula se necessário para evitar que a farinha se agarre às paredes laterais da cuba.
  4. Esquecer o assunto enquanto a máquina trabalha... e já está!
A receita vinha publicada pela Maman Mathilde Dufour, num grupo de Fenilcetonúria francês do FB e eu apenas fiz umas ligeiras adaptações como trocar parte da manteiga por coffee mate. Eu sinto uma enorme proximidade com os franceses e a sua gastronomia, acho que admiro tudo o que fazem e como ambos os Países, pertencemos à mesma cultura gastronómica mediterrânica, as afinidades são imensas. 
Talvez seja possível reduzir um pouco o coffee mate na receita ou retirar o substituto de ovo, mas a verdade é que o cheiro é excelente (embirro com o cheiro do pão hipoproteico habitualmente), a cor óptima e o mais importante, o João gostou imenso. Prontamente devorou uma fatia ainda quente e lanchou uma "sanduis" de queijo. 
Penso que nesta receita, o "ingrediente secreto" que torna o cheiro delicioso e o sabor especial será o açúcar baunilhado. Fiquei feliz, cada vez sinto mais que estou a ganhar também esta batalha do pão.

10/05/2013

Carcaças de pão pku

Foto: primeiro pão feito em casa com a receita de pão normal
Olá, experiências em casa com o resto da farinha do bolo de aniversário e havia falta de pão fiz alguns e ficaram bons ( segundo a minha irmã sabia aos dela) e deu para dois dias porque eram muito pequenos.
Ingredientes:
200g de água
70g de leite (usei de arroz simples)
20g de margarina vegetal
20g de fermento fresco ( usei uma saqueta de fermento da farinha)
1 pitada de açúcar
1 1/2 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de óleo vegetal
500g de farinha( usei loprofin)

Preparação:
Aqueça o leite , a água, a margarina, o fermento e o açúcar numa panela e mexa até ficar tudo dissolvido.
Acrescente a farinha e o sal e bata na batedeira para formar a massa.
Deixe levedar durante 30 minutos de modo a que a massa dobre o seu tamanho.
Estenda a massa em farinha polvilhada num lugar seco e limpo e forme as carcaças ( cerca de 12) e coloque num tabuleiro polvilhado com farinha também.
Faça um corte na parte superior de cada pão.
Meta no forno a 180ºC durante 25 minutos aproximadamente e vá vigiando.
Aguentam-se bem dentro de um saco de pão é só aquecer e barrar com margarina ou doce.
Pode, se preferir, congelar.
É o melhor pãozinho que comi, melhor do que o do padeiro, no entanto um pouco duro por fora.

04/04/2013

Pão de forma (receita para máquina de pão)


Adoro a receita de pão do site cookforlove e que já publiquei aqui. O sabor é realmente o ponto forte desta receita, mas quando faço o pão de forma nunca fica muito grande e é sempre preciso fazer no forno, não dá para fazer na máquina de pão. Às vezes o tempo não é muito e queremos é uma receita rápida e com o mínimo de trabalho possível, portanto a máquina de pão nestes casos é a solução ideal. Já experimentei algumas receitas na máquina de pão, mas a textura é invariavelmente parecida com bolo, o que detesto. 
Recentemente adquiri o livro "Low Protein Cookery for PKU" da sobejamente conhecida Virginia Schuett e tenho retitado algumas boas ideias e receitas. Podem ver o livro de que falo aqui http://www.amazon.com/Protein-Cookery-Phenylketonuria-Virginia-Schuett/dp/0299153843
Experimentei uma das receitas de pão para máquina e fiquei satisfeita com os resultados. Utiliza um ou dois produtos que não temos habitualmente em casa, mas vale a pena. Resultou um pão com uma textura mais densa, saboroso e dourado q.b. e ideial para sandes, torradas ou tostas.
Deixo aqui a receita, que desta vez dedico em especial ao João!
Ingredientes: 
475g de farinha Loprofin (só experimentei com esta farinha que é a que mais se aproxima da que consta na receita original)
3 colheres de chá de fibra psillium husk (abaixo consta a foto do produto)
1 pacotinho do fermento que vem com a farinha
3 colheres de sopa de açucar mascavado claro
1 colher de chá de sal
4 colheres de sopa de coffee mate (abaixo consta a foto do produto)
2 chávenas de água
Nota: As chávenas e colheres indicadas são de medida.
Misture todos os ingredientes, com excepção da água, num recipiente à parte. Deite-os na máquina de pão. Acrescente a água e ligue a máquina. No início do programa e enquanto a máquina está e misturar os ingredientes utilize uma espátula para ajudar a misturar dado que podem ficar restinhos de farinha nos cantos, o que altera o resultado final. Após se certificar que está tudo bem misturado feche a tampa. Aqui também é importante a escolha do programa, escolha um que tenha uma duração máxima de 1h30m. Mais do que isso é desnecessário porque o pão coze rapidamente. Eu comprei uma máquina de pão daquelas que o Lidl vendia/vende e o programa que selecciono é o expresso, cozedura média, pão de 1.250Kg cuja duração é de cerca de 1h20m.
E pronto. Basta aguardar que a máquina faça o trabalho. Após o resultado é este.

Os produtos utilizados que refiro acima são estes: fibra psillium husk à venda no Celeiro. É esta fibra que dá consistência ao miolo do pão e a dietista do Vasco autorizou a sua utilização. O outro produto, Coffe Mate, é composto maioritariamente por gorduras e ajuda também no sabor e consistência. Vende-se no supermercados Liberty e El Corte Inglés e contém baixo teor proteíco. 

Beijinhos
Paula Viegas

05/01/2013

Scones de batata doce

Acabadinhos de sair do forno e prontos a desaparecer
Já há que tempos que eu andava para experimentar fazer pão de batata doce sem me conseguir decidir pela receita ideal, até que a nossa amiga Adriana publicou uma de pãezinhos de mandioca no FB, e foi uma espécie de provocação, fui a correr fazer, com umas pequenas adaptações. O resultado é excelente mas para "pão" parecem-me demasiado pequenos e muito mais adequados a um acompanhamento de chá, permitindo tal como os scones serem partidos ao meio e devidamente recheados com manteiga ou doce. A cor amarela da batata doce fica perfeita para quem como eu embirra com o ar sempre deslavado dos nosso pãezinhos.

Receita para 8 scones de batata doce amarela:
  • 120gr de batata doce cozida e escorrida (3 partes Pku)
  • 30gr de farinha Maizena
  • 10gr de farinha hipoproteica da Loprofin
  • 10gr de manteiga com sal à temperatura ambiente
  • 1 pacotinho de fermento seco (daqueles que vem com a farinha)
Preparação:
  1. Esmaga-se grosseiramente com um garfo a batata doce já arrefecida e bem escorrida
  2. Misturam-se todos os ingredientes numa taça e bate-se bem a massa com uma colher de pau ( a quatro mãos) até ficar uma massa em bola com uma consistência homogénea
  3. Fazem-se 8 bolinhas com a mão e vão 25 minutos ao forno pré-aquecido
Ficaram deliciosos e o João adorou, devorando logo 3 de seguida e eu acompanhei com o dito chá. Done, quick and easy! 

Obrigado Dri! Vê, eu também comecei bem o ano a experimentar receitas novas.

12/11/2012

Finalmente Pão

Perto da altura em que o Vasco fez um ano de idade começei a experimentar receitas de pão. Consegui fazer uns melhores, outros piores e pelo menos 1 a 2 vezes por mês experimentava fazer pão. Foram várias as desilusões e lágrimas de frustração porque o pão é dos meus alimentos preferidos e eu tinha de conseguir preparar um pão digno desse nome para o meu filho. Acho que é o desejo legitimo de qualquer mãe dar o melhor ao seu filho. 
Vi a receita do site cook for love. Não me canso de apregoar as boas receitas que o site tem e recomendo mesmo que visitem e registem-se, é isso que mantém o site e a actividade da (verdadeira) Chef Brenda.
A receita do site contem ingredientes que cá não temos como amido de trigo, metamucil e farinha de tapioca. Aos poucos fui investingando alternativas e equivalentes para ultrapassar estas dificuldades, porque eu tinha a certeza que se haveria receita de pão boa, seria certamente aquela (e não me enganei :)) e portanto valeria a pena investir nela. Foi um processo longo, mas cheguei a bom porto.
Consegui fazer algumas adaptações na receita e, portanto este pão tem alguns produtos diferentes na sua composição, como polvilho doce (amido de mandioca que dá mais elasticidade ao pão) e uma fibra vegetal denominada psillium husk (ingrediente base do metamucil) que serve para dar estrutura ao pão. O psillium husk vende-se no Celeiro. Ambos os produtos foram autorizados pela dietista do Vasco. Fotos a seguir:

Esta receita fica melhor com a farinha Loprofin, porque é a única que tem por base o amido de trigo, que é o ingrediente principal na receita original. Se utilizarem aos outras farinhas o pão cresce menos e fica mais denso, mas saboroso na mesma, são necessários mais acertos neste caso mas eu ainda não consegui fazer. 
Aqui vai a receita adaptada da que consta no site cook for love:
Fermento: Misture numa tigela 60ml de água morna com 7 g do fermento que vem com a farinha e 1 colher de chá de açucar. Deixe ficar durante 10 m a repousar para activar o fermento. Fica com este aspecto:
Massa:
230g de farinha hipoproteica (preferencialmente Loprofin)
80g de polvilho doce
12 gm de psillium husk
2 colheres de sopa de flocos de batata (serve para dar sabor e cor)
2 colheres de chá de sal
270ml de leite hipoproteico (ou de arroz simples) morno
2 colheres de sopa de manteiga derretida
2 colheres de sopa de mel
Misture bem os ingredientes secos numa tigela (farinha, polvilho, psillium husk, flocos de batata e sal) com a batedeira na velocidade lenta. Misture à parte o leite, a mistura do fermento, a manteiga e o mel num copo alto. Junte a mistura liquida gradualmente aos ingredientes secos e bata em velocidade média durante 1 minuto. Deixe a mistura repousar tapada por 10m (serve para as farinhas absorverem bem o liquido).
Povilhe a bancada com farinha e deite a massa que deve estar espessa e pegajosa.
Povilhe um pouco de farinha por cima e amasse levemente juntando apenas uma quantidade minima de farinha para não se colar muito.
Para fazer pão de forma:
Se quiser fazer pão de forma coloque a massa numa forma de pão untada com manteiga. Tape com pelicula aderente untada (sem vedar muito senão o pão não cresce) e um pano de cozinha quente e humido. Deixe levedar num local aquecido durante mais ou menos 1 hora (ponho geralmente dentro do microondas). Quando tiver levedado, remova a pelicula, borrife a superfície do pão com água (para a crosta do pão não ficar rija) e leve ao forno pré aquecido a 180º, durante mais ou menos 1 hora. Aqui vai variar de forno para forno, tem de ir vigiando. Passado uma hora pincele a superfície do pão com manteiga derretida para alourar bem e leve ao forno por mais 15-30 minutos. Desenforme deixe arrefecer.

Para fazer pãezinhos
Para os pãezinhos ficarem mais fáceis de moldar eu costumo fazer a massa de manhã, coloco num saco de conservação untado levemente com azeite, deixo no frigorífico durante o dia e faço os pãezinhos à noite. Ou então faço a massa à noite e preparo os pãezinhos de manhã. Mas não é obrigatório, pode preparar os pãezinhos logo após amassar. A massa aguenta-se perfeitamente no frigiorífico durante 2 dias sem estragar. Se colocar a massa no frigorífico, retire a quantidade que vai preparar para a bancada povilhada com farinha e amasse um pouco só para ficar à temperatura ambiente. Molde pãezinhos, coloque num tabuleiro untado e adopte o mesmo procedimento do pão de forma, ou seja cobrir e deixar levedar por mais ou menos 45m. Retire a película, borrife a superfície do pão com água e leve a forno pré aquecido a 180º por mais ou menos 30 minutos. Pincele com manteiga derretida e leve novamente ao forno até alourar (mais 15-20m).
Para fazer wraps (ou tortilhas)
Mais uma vez aconselho deixar a massa no frigorífico por umas horas, para ser mais fácil moldar e não ser necessário juntar muito mais farinha.
Retire uma pequena bola de massa do preparado, tenda com o  rolo numa superficie enfarinhada. Aqueça bem uma frigideira antiaderente. Coloque o disco de massa na frigideira quente (não junte qualquer gordura) e deixe tostar de um lado e de outro, com cuidado para não assar de mais e ficar maleável. Deixe arrefecer e recheie a gosto.

Esta receita é muito versátil e o pão fica com bom sabor e consistência, mas é importante seguir todos os passos e ingredientes para conseguir bons resultados.
Espero que gostem!

23/08/2012

Dia de fazer pão

Pãezinhos quentes deliciosos
Mel silvestre, Óleo virgem de nozes biológicas e Coffee-mate
Para aproximadamente 8 pãezinhos;
  • 250gr de Farinha Loprofin
  • meio pacote de fermento para padeiro (utilizei o que vem na embalagem da farinha)
  • 200ml de água morna
  • uma boa pitada de sal marinho
  • uma colher de sobremesa de mel, 
  • uma colher de sopa de óleo biológico de noz
  • uma colher de sopa de Coffee-mate
Seguir as instruções que vêm na embalagem, tomando muita atenção ao tempo para a massa levedar e ao tempo de forno. Ficaram muito saborosos e fôfos.


06/08/2012

Panquecas doces, doces panquecas!

Com açúcar mascavado e amoras silvestres 
Com açúcar mascavado, amoras silvestres  e bananas passadas em manteiga 
Panqueca unidose

Ingredientes:

  • 45gr de farinha hipoproteica Loprofin
  • 2/4gr de substituto de ovo completo
  • 2 gotas de essência de baunilha
  • 1 colher sopa de azeite
  • 50ml de leite hipoproteico (pode ser um pouco mais dependendo da consistência que se quer)
  • uma/duas colheres de chá de açúcar mascavado para a massa e para polvilhar (pode ser açúcar branco, é claro!)
  • amoras* silvestres doces q.b.
  • e/ou banana* da madeira no ponto,nem muito madura nem muito verde
Preparação:
  1. Misturam-se os ingredientes para a massa da panqueca numa taça, começando pelos sólidos e só no fim os líquidos deixando para último o leite
  2. Batem-se os ingredientes muito bem com uma vara de arames até ficar uma massa com uma consistência uniforme e começar a formar bolhas (é aqui que se vê se queremos juntar um pouco mais de leite), não convém ficar muito espessa nem muito líquida
  3. Deita-se a massa numa frigideira anti-aderente com o diâmetro adequado (15/20cm) previamente aquecida ao lume (eu não a unto)
  4. Espalha-se a massa inclinando a frigideira com cuidado até ficar o fundo coberto
  5. deixa-se dourar de um lado
  6. Atira-se ao ar (perante a alegria do petiz)
  7. Quando estiver dourada de ambos os lados está pronta
  8. Polvilha-se com açúcar e serve-se 
  9. A banana corta-se em duas metades que se passam numa noz de  manteiga na frigideira. Quando douradas, polvilham-se de açúcar mascavado.
  10. Servem-se com a cobertura que se quiser, açúcar e canela,mel e frutas,etc.
*amoras 1Parte=67gr na Tabela de Equivalentes de Fenilalanina
*banana (com casca) 1 Parte=69gr na Tabela de Equivalentes de Fenilalanina

Et voilá! Posso dizer-vos que são deliciosas. 

02/05/2012

Crepes III ou a Mistura para Panquecas da Bezgluten

Hoje experimentei a mistura para panquecas da Bezgluten para fazer o crepe/panqueca do meu Pku. O resultado também foi bom, mas não tão bom com as que tenho feito utilizando a Farinha da Loprofin segundo a receita já aqui publicada. Ficou mais espessa, mais esponjosa, tive que juntar logo mais leite e cozinhou mais rapidamente. Mas também é verdade que não tenho qualquer indicação na embalagem que ajude a uma melhor utilização. Alguém me dá sugestões? No site da Glutamine vem uma receita para esta mistura que usa açúcar e dispensa a utilização do nosso precioso substituto de ovo. É uma vantagem nos tempos que correm, em que por vezes há períodos de espera largos no fornecimento de alguns produtos. Dicas, precisam-se!

22/04/2012

Crepe II ou "Paqueca" de banana pão

A "paqueca banana" a saltar na frigideira
Como o meu Pku anda a delirar com os crepes ou "paquecas", como lhes chama, resolvi mergulhar na onda e introduzir umas variações. Lá fui até à Praça da Figueira atrás das bananas pão, ou terra, para tentar uma incursão inspirada na cozinha do Brasil. Seguindo uma receita que é para ser feita com farinha de mandioca no original, introduzi este fruto tão rico e saboroso que é a banana pão no nosso crepe base. Assim:

  1. Parte-se a banana-pão em bocados, dentro da casca. Utilizei 1/3 da banana que é bastante grande.
  2. Cozem-se os bocados ( do tamanho apresentado na fotografia) a vapor uns quinze minutos até ficar bem molinha.
  3. Prepara-se a massa do crepe como habitual, a quatro mãos, importante!
  4. Retira-se a casca à banana cozida e introduz-se a polpa na massa do crepe
  5. Desfaz-se a polpa na massa incorporando-a muito bem, até ficar homogénea
  6. Acrescenta-se um pouco mais de leite se ficar muito espessa, a olhómetro.
  7. Cozinha-se o crepe na frigideira até ficar bem tostado e empolar!
  8. Atira-se ao ar, e agradecem-se as palmas do nosso pequeno ajudante.
  9. Barra-se com manteiga e recheia-se conforme nos der na real gana.
Ficou espectacular, não fosse o João olhar para a banana ainda por descascar e afirmar com convicção, Não gosto. Comeu metade com algum favor e daqui a algum tempo volto a tentar. Santa Paciência. Eu já sabia que o primeiro contacto com a banana pão, não fora feliz, mas mesmo assim, não desisto. Nós os Pais, adorámos o crepe-banana. Aconselho a experiência. Talvez não seja adequada aos mais pequeninos.

05/03/2012

Como fazer tapioca - Os bijus do Fran



"O grande segredo está em achar o ponto da massa, só sei colocando a mão e amassando, é difícil de explicar, não deve ficar muito úmida para o pão na pregar na caçarola e não deve ficar muito seca, senão a tapioca fica crua.
Dou preferência para as frigideiras antiaderentes, facilita muito no preparo e se pode temperar e rechear com o que quiser, doce ou salgado"

Fran

Obrigado Fran, nós já tinhamos ensaiado uma aventura pelos bijus, mas cada Chef tem os seus truques. e eu confesso, esta é uma daquelas receitas que apesar de parecer muito simples, tem muito de intuição, muito conhecimento da matéria, muitos olhos fechados e mãos a trabalhar com sabedoria.

20/10/2011

Dicas para um pão hipoproteico à maneira!

  • Ler sempre e seguir as instruções das embalagens das misturas para Pão, as marcas variam nos procedimentos.
  • Se utilizar máquina de pão, ler sempre muito bem as instruções do aparelho e respeitar religiosamente a sequência de entrada de ingredientes na cuba. 
  • O fermento nunca deve entrar em contacto com os líquidos, é uma regra de ouro.
  • Nas máquinas (salvo alguma excepção que eu desconheça), os líquidos são sempre os primeiros a dar entrada no processo, é a segunda regra de ouro.
  • Atenção à quantidade e temperatura da água, é a fonte de todas as soluções e de todos os problemas.
  • Juntar uma colher de chá ou de café, de açúcar ou mel à massa para incrementar a fermentação, dar um toque dourado à côdea e melhorar o sabor. 
  • Para variar o sabor e intensificar a cor, pode também juntar à farinha, um mix de especiarias como gengibre, canela, erva-doce, etc, tendo sempre em atenção as quantidades serem q.b.
  • No final da cozedura, para melhorar a cor da côdea, pincelar com manteiga ou óleo e levar um pouco mais ao forno.
  • A cor pode ser melhorada também, através da diluição de um ketchup ou molho de tomate em água ou emoliente e posterior "pintura" a pincel na côdea, no fim da cozedura, como no anterior item. Sugestão das nossas amigas Mães Pku do Brasil! Obrigado Marlene Medeiros Fraga e Adriana Marchesin.
  • Atenção à quantidade de fermento utilizada, em regra a indicada na receita das embalagens é suficiente.
  • O fermento de padeiro fresco em alternativa ao seco, pode ser uma boa opção para melhorar o sabor do pão.
  • O pão feito manualmente permite melhores resultados e um trabalho mais personalizado e criativo quanto às formas e aos acabamentos. A forma tradicional ganha também no tempo despendido na cozedura, logo na factura eléctrica!
  • O pão feito nas máquinas permite também bons resultados, mas a forma será sempre a mesma, a de pão de forma e as novidades são mais arriscadas. O tempo de cozedura é muito lento se for feito num só programa ( pode chegar a 3h30m), mas permite às "padeiras", a vantagem de abandonarem a cozinha, sair de casa, e só voltar ao fim do processo. I like it!
Uma tentativa de síntese de algumas conversas que por aqui vamos tendo, com agradecimentos feitos à nossa Master Chef Ana ( é já uma referência clássica na cozinha Pku), e à nossa jovem Chef Paula (sempre criativa e ousada) pelas suas brilhantes contribuições.