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30/04/2020

PKUs em confinamento _ Cenas da vida doméstica.


Como estamos nós, as famílias metabólicas, a viver o confinamento?
Fechado em casa desde 13 de Março, sexta-feira o meu filho PKU com 11 anos, não vai à rua, há exactamente um mês e meio. Eu, tenho saído uma média de uma vez ou duas por semana para resolver questões essenciais de abastecimento e profissionais, aquelas que não podem passar absolutamente por teletrabalho. Penso que como em tudo nesta vida, há dois lados nesta pandemia viral que nos virou as rotinas de pernas para o ar. E tento ver o lado bom e acredito que com certeza não iremos esquecer nunca, por mais anos que passem sobre este acontecimento o impacto nas relações familiares. É claro que também eu, tenho a minha mãe que vai completar 85 anos de vida em situação de isolamento, num misto de perplexidade, susto e revolta, perante estas regras que a obrigam a ficar numa espécie de ilha com cuidados extremos e todas as filhas a dizer, não pode fazer isto, não pode fazer aquilo. Também eu tenho uma mother in law (embirro com o termo português, só se for em forma de bolacha!) institucionalizada, que nos dá muitas preocupações e apreensões relativamente à sua segurança, mas dentro do núcleo mais restrito da família, há uma evidência de coisas surpreendentemente boas a acontecer neste espaço mínimo, fechado, nesta gaiola forçada em que nos encontramos. A família reunida, sim é verdade, com tempo de qualidade. Passam-se anos a correr entre trabalho, horas de transportes, horários apertadíssimos, ansiedade por chegar e levar, responder às mil solicitações, e vamos deixando para trás o tempo para estar, conversar, ou ficar simplesmente em silêncio, acordar em conjunto, preparar refeições a quatro mãos, estudar em conjunto, embirrar em conjunto, resmungar prolongadamente, rir disparatadamente, ouvir a mesma música ou colocar phones, dançar ao som da rádio na cozinha, perceber os hábitos de com quem partilhamos a vida e a intimidade. Porque as desculpas para a falta de tempo acabaram-se, agora ganho todos os dias pelo menos duas horas, ouviram bem, duas horas de tempo de qualidade que perdia em transportes a atravessar esta cidade louca de sete colinas por entre milhares de turistas que simplesmente desapareceram nestes tempos de pandemia. Eu sei, as consequências económicas para os pequenos negócios assustam e a crise já chegou a muita gente infelizmente. Mas não é do mundo lá fora que falamos aqui, aqui só quero ver o lado dos laços familiares tantas vezes descurados, esquecidos até nos tornarmos quase estranhos a viver nas mesmas casa, que só se encontram aos princípios da noite, em períodos curtos de férias ou vagamente aos fins de semana, por vezes a antecipar as agendas semanais de trabalho e pouco mais. É um tempo de verdade nos relacionamentos e muito se prevê para a sociedade pós pandémica, ou um baby boom ou divórcios e separações em resultado desta situação forçada de confinamento ao mesmo espaço. Eu prefiro ver o que está no meio, a provável redescoberta do outro, a proximidade desejada com os nossos filhos, e na versão pku já tenho uma conquista extraordinária que faço questão de partilhar em primeira mão;
Desde que estamos em confinamento, o meu filho João é quem prepara os seus aminoácidos do pequeno almoço. Eu sei, pode parecer risível, mas no dia a dia, é mais fácil ser eu a preparar tudo, para não perdermos tempo, com as aulas às 8 da manhã na escola, como é que haveria tempo para ser de outra forma? Não na máquina da rotina do dia dia, as mães e os pais fazem tudo para não perder os cinco minutos preciosos que vão implicar mais trânsito, perder o eléctrico, chegar 10 minutos atrasado à escola, o cronómetro manda nas nossas vidas. Neste espaço de intervalo da rotina, agora tenho tempo para ensinar e acompanhar o meu pku a tratar de si, e tem sido uma alegria partilhada com risos matinais na cozinha. E a preparação da mistura dos aminoácidos implica; colocar o leite de arroz no copo medidor na quantidade exacta, aquecer no microondas, pesar a quantidade exacta de pó de pku, manipular a balança, fechar o copo/ shaker (operação delicada e essencial para evitar desastres); shake shake shake; abrir e deitar para a caneca; juntar a papa milupa, mexer bem e já está. 
Estamos felizes à hora do pequeno almoço, até porque assim, é muito mais divertido. Eu trato das torradas porque a torradeira é daquelas abertas e enquanto não comprar uma fechada temporizada, não quero correr riscos de queimaduras.
As panquecas salgadas, também já as fazemos a quatro mãos, ele prepara a massa com a mistura de ingredientes, ajusta a quantidade de sal, de especiarias, estou a ensiná-lo a "ter mão" no tempêro, e eu limito-me ao fogão. Ensino-lhe a técnica de atirar panquecas ao ar, um clássico cá de casa, mas no fogão é só teoria e apoio moral. À primeira tentativa no fogão, colocou a mão no sitio errado e ia-se queimando, e não vale a pena. O caminho faz-se caminhando, mas agora o João Pku já participa muito mais na preparação das suas refeições, passa a sua louça por água, coloca-a na máquina, arruma melhor o quarto, etc. Educação para a vida em assuntos tão importantes para a autonomia dos Pkus, mas que vamos adiando por falta de tempo, deixando para as férias, mas depois as férias passam tão rápido e são tão intensas que a aprendizagem vai ficando para o dia de são nunca à tarde.
Sim também falta falar de outro lado bem especifico, os valores e a assistência médica em teleconsultas, o fornecimento da alimentação hipoproteica, a gestão da despensa, os exames de phe, o funcionamento do laboratório e até o fornecimento de cartões de Guthrie!Mas isso fica para o próximo capitulo.
E não nos esqueçamos, Happiness is only real when shared, como dizia o filme into the wild, um dos meus favoritos de sempre.
E convosco, lá em casa, como está a ser o confinamento?
beijos e abraços

06/02/2020

Como fazer uma alheira hipoproteica caseira


Pensar na alimentação do Vasco fez-me reflectir muito e descobrir um mundo novo, porque tive de pensar nela de raiz.
Há dez anos não havia quase nada que pudesse servir de base à confecção de receitas para ele, saborosas entenda-se, e isso para mim era essencial: a alimentação é a terapia do Vasco e ninguém faz uma dieta se não gostar daquilo que come.
É certo que o gosto educa-se, mas eu também não queria que o meu filho fizesse uma alimentação monótona, muito diferente daquilo que era a nossa alimentação familiar e distante da tradição gastronómica portuguesa.
É que para mim alimentação também significa cultura, sentimento de pertença a um país, a uma família e afecto.
E a cozinha é o "campo" onde eu sei que tenho armas para lutar e onde posso controlar um pouco aquilo que não posso vencer.

Tudo o que disse fundamenta em larga medida as receitas que vou divulgando.
Pertenço a alguns grupos virtuais de culinária hipoproteica e vegan. Num desses grupos deparei-me com uma ideia fantástica de um vegano de trás-os-montes (só podia...) para confecionar uma alheira caseira,  totalmente vegan, usando folha de arroz. Pensei logo, ora aqui está uma ideia luminosa para o que pretendo. No fundo pesquisei a técnica, facílima, e tratei de pensar no recheio que devia ser o mais hipoproteico possível, porque uma alheira acompanha-se é com batata frita e teria de haver espaço "proteico" para isso.

E assim nasceu esta receita, que o Vasco gosta muito e nós família também. Aliás, eu faço para ele e para mim igual porque, em termos de alheiras vegetarianas que já provei, esta é a melhor.
E aqui está a receita:
Ingredientes para uma alheira:
50g de beringela triturada na picadora
20g de cenoura ralada
1 cebola pequenina picada
1 fatia de pão hipoproteico, de véspera, triturado
1 colher de café de colorau
1 punhado de azeitonas picadas grosseiramente
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de farinha hipoproteica
água qb
sal, pimenta e azeite a gosto
1 folha de papel de arroz
Refogue a beringela com a cebola, a cenoura e o alho num fio de azeite até dourar.
Junte as azeitonas picadas, o pão, a farinha e os temperos. Mexa por uns instantes e vá juntando colheres de sopa de água uma a uma até ficar com a consistência de "migas" (ver fotos). Retire do lume e deixe arrefecer.
 
Humedeça a folha de papel de arroz e coloque em cima de uma tábua ou prato. Coloque o preparado moldado. Corte os excessos da folha de arroz deixando cerca de 5cm à volta do preparado. Enrole cuidadosamente e ate as pontas com fio de culinária tendo cuidado para não romper.
 
Grelhe numa frigideira com um fio de azeite.
Acompanhe com batata frita.

Bom apetite e viva a culinária portuguesa e hipoproteica!

Paula Viegas

29/10/2018

Workshop da Nutricia - A Cozinha Verde


A equipa da Nutricia é absolutamente extraordinária e todos os anos oferece às familias metabólicas a melhor oportunidade para se encontrarem à volta dos tachos e terem momentos de aprendizagem, partilha e e confraternização. Eu confesso que adoro estes workshops e que tenho uma gratidão imensa a esta equipa que tanto nos tem apoiado desde o primeiro dia que entrei no mundo das metabólicas. 
Este ano tivemos uma visão privilegiada do mundo da Cozinha Verde, o mundo Vegan que tanto acarinhamos porque nos abre caminhos que nos pareciam impossiveis e nos proporciona produtos  em mercado livre, raros de encontrar. A Filipa Range é uma Chef Vegan e uma mulher encantadora, muito bem acompanhada pelo Chef Leandro. Uma dupla de excelência.

O modelo é perfeito, organizamos-nos em equipas com o objectivo de preparar os pratos da ementa do almoço que já estão previamente divididos e com todo o material à disposição. A dupla de Chefes, Filipa e Leandro distribuem.-se pelos grupos a orientar, ajudar e ensinar os truques. Este ano na minha equipa pude conhecer uma mãe nova neste grupo, que veio de longe para mergulhar na cozinha hipoproteica e suas maravilhas e dificuldades. Confesso que a parte das dificuldades, nesta fase já nem a sinto, com o João com 9 anos, estamos completamente adaptados à cozinha hipoproteica, o que me falta mesmo é tempo!

O João antes de sairmos: Mãe, como estão os meus valores nesta semana?

Eu: Estão óptimos, muito baixinhos!

João: Excelente! Assim posso comer tudo o que eu quiser?

Eu: Sim!

Algumas guidelines que sublinho na confeção dos alimentos que recomendo vivamente, o cozer a vapor, a utilização de produtos da horta biológicos (sem fundamentalismos!), o uso do azeite preferencial, o sal marinho com parcimónia, as ervas frescas e desidratadas, etc, etc.

Registo alguns pratos e momentos do dia.

Chefe e mini chef
Bolinhas energéticas de tâmaras, côco e cereais de chocolate! O máximo
Tarteletes de banana e alfarroba. Oulala!
Momento desportivo para a aliviar as tensões do dia de trabalho
Momentos mexicano , Olé! Adorámos as panquecas verdes que desapareceram num ápice. Claro ou não tivessem tido as mãos de fada da nossa Paula Viegas.
Só de olhar começo a ficar com fome! Panquecas verdes!
A massa oriental absolutamente deliciosa!
O caviar moscovita!
Haloween!
Tenham muito medo! Os miolos saem por todo o lado!
O nosso herói mais fofo a atacar uma bola energética!
A mioleira à vista
Para comer antes da educação fisica ou para acompanhar o café. Não sei, adorei.
O almoço versão infantil 
Três amigos de longa data
Obrigada Nutricia! Obrigada do fundo do coração.

https://acozinhaverde.blogs.sapo.pt/

05/09/2018

Rolo de Legumes





Rolo de legumes foi das primeiras receitas que fiz para o Vasco e que também fiz num almoço pku já muito longínquo.
A receita original publiquei inicialmente aqui http://pkumetabolicas.blogspot.com/2012/02/rolo-de-legumes.html, mas ao longo do tempo tenho vindo a fazer pequenas alterações para melhorá-la porque nunca estou satisfeita.

Já experimentei outras receitas de rolo de legumes, bem mais saborosas na minha opinião, mas o Vasco gosta é desta, portanto desisti por ora de fazer outras e resolvi actualizar a receita aqui no blog porque, com o regresso à rotina da escola, precisamos de receitas práticas e saborosas.

Ingredientes: (as partes a que faço referência é da tabela pku):

86g de courgette com casca ralada no ralo mais grosso (2 partes)
110g de cenoura, ralada no ralo mais grosso (1 parte)
1 tabuleiro de 200g ou 250g de cogumelos marron ou portobello, sem o pé e picados (pesar depois de arranjados, consoante o peso assim se calculam as partes)
1 cebola média picada (cerca de 1 parte)
100g de arroz normal cozido(conto como 4 partes)  + 50g de arroz hipoproteico bem cozido, ambos triturados (pode-se utilizar só arroz hipoproteico, mas não aconselho porque perde-se no sabor)
2 dentes de alho picados (1 parte)
50 g de pão hipoproteico triturado até ficar em migalhas
azeite qb
sal e pimenta a gosto
1 colher de sopa de molho de soja ou molho inglês
1 colher de chá de mostarda de Dijon
1 colher de sopa de ketchup

2 colheres de sopa de farinha hipoproteica

Coloque azeite numa frigideira e adicione a cebola, a cenoura, a courgette e os alhos. Salteie até ficar dourado. Junte os cogumelos picados e deixe refogar até ficar dourado e seco. Tempere com sal e pimenta e reserve até arrefecer. Depois de frio triture a mistura de legumes na picadora. Triture o arroz frio na picadora e junte aos legumes. Junte as migalhas de pão, os temperos e a farinha e misture bem. Espalhe o preparado na bancada forrada com um pedaço de película aderente de modo a formar um rectângulo. Recheie a gosto (geralmente faço com fiambre e queijo violife) e enrole de modo a formar o rolo apertando bem com a película. Leve ao frigorífico uma ou duas horas para ficar mais firme.



Unte uma assadeira, retire a película do rolo e coloque-o cuidadosamente na assadeira. Numa tigela misture bem uma colher de sopa de ketchup e uma colher de chá de mel. Pincele esta mistura no rolo e leve ao forno pré-aquecido até dourar, cerca de 30m (vá vigiando, se ficar muito tempo no forno o rolo acaba por perder a forma).
Sirva imediatamente. O que não for consumido na altura pode ser fatiado e congelado. Se congelar basta aquecer as fatias no microondas e está pronto a servir.
Bom apetite!

24/07/2018

Salsichas


Salsichas são daqueles "alimentos" práticos e rápidos de utilizar, que dão para um sem número de utilizações, como cachorros, para churrasco, folhados, para enrolar em couve, colocar na pizza, etc..
A variedade enlatada (ou "enfrascada") é, como sabem, processada até mais não, por isso é melhor nem lerem a lista de ingredientes, se querem continuar a utilizar :)
Até agora, encontrar salsichas prontas vegan e com baixo teor proteico é uma missão impossível, por isso, seguindo à risca um conselho que me deram há muitos anos: quem quer faz!
O Vasco continua a gostar das salsichas de beterraba, cuja receita já coloquei aqui, mas confesso que eu não estou completamente satisfeita com esta receita, porque ficam frágeis, não dão para churrasco, desfazem-se no pão.... enfim só mesmo no prato.
Por isso tinha de arranjar uma variante mais consistente, que desse para mais utilizações.
A receita que publico é uma adaptação de uma publicada num grupo do FB e resulta muito bem a nível de sabor e consistência.

Ingredientes:
220g de puré de cenoura (para obterem o puré descasquem e cortem em pedaços mais ou menos 250g de cenoura, cozam em água e sal até ficarem tenras e reduzam a puré)
150g de farinha loprofin
40g de puré de batata em flocos (calcular a proteína/phe consoante a marca)
1 colher de sopa de substituto de ovo
1/2 colher de chá de alho em pó
1/4 colher de chá de paprika fumada ou colorau
1 colher de sopa de massa de pimentão
1 colher de sopa de caldo para tempero (uso marca Bisto ou Herbamare)
sal qb
(podem escolher os temperos a gosto)

Misturar os ingredientes todos. A massa fica a parecer plasticina. Molde as salsichas e envolva-as em película aderente (daquela para microondas) embrulhando e ajustando bem. Ate as extremidades com fio próprio para culinária.

Entretanto coloque uma panela de água ao lume. Quando estiver a ferver junte as salsichas e deixe ferver durante 10-15m.

Retire as salsichas e deixe arrefecer um pouco. Remova a película aderente e deixe arrefecer completamente.

Estão prontas a utilizar. Congele as que não usar. Seguem fotos sugestivas :)


No churrasco

Fritas
Em cachorro (à esquerda)
Bom apetite!
Paula

02/07/2018

Pudim de pão especial


São raros os fins de semana em que não experimento uma receita nova ou adaptada que dê para o Vasco. Ultimamente tenho-me dedicado mais aos doces tradicionais portugueses e o pudim de pão é daquelas sobremesas boas e económicas que fazem parte da infância (da minha pelo menos).
O Vasco experimentou e gostou, sem grande entusiasmo, mas eu sei que para ele, salvo algumas poucas excepções, sobremesa que não seja ou contenha chocolate não lhe desperta grande interesse.
Mas eu não quero saber disso para nada e só ocasionalmente faço sobremesas com chocolate, chama-se a isto "tough love" culinário, para ele diversificar mais o paladar. Ele vai agradecer-me por isso mais tarde (esperemos!).
Vamos lá ao pudim

Ingredientes
600ml de leite vegetal (escolham um que gostem mesmo do sabor)
150g de pão de milho sem glúten da marca Continente, sem côdea (tem 1,5g de proteína em 100g. Só experimentei com este pão que é o mais leve e de bom sabor. Pode ser usado outro pão com baixo teor proteico, desde que seja leve);
100g de açúcar (ou a gosto)
1 colher de sopa de açúcar baunilhado
30g de Maisena
1 pitada de sal
canela em pó (opcional, fiz sem)

açúcar qb. para caramelizar uma forma de pudim

Preferencialmente prepare o pudim na véspera do dia em que servir.
Amorne o leite e coloque o pão partido aos pedaços e reserve.
Ligue o forno a 180º e coloque um tabuleiro com água quente no forno (para cozer o pudim em banho maria).
Caramelize a forma de pudim: cubra o fundo com açúcar e um pouco de água e leve ao lume deixando ferver até ficar da cor do caramelo médio. Retire do lume e usando uma colher espalhe o caramelo por toda a forma. Deixe arrefecer
Entretanto junte ao leite e pão os restantes ingredientes e triture bem com a varinha até ter um preparado uniforme.
Deite o pudim na forma caramelizada e leve a cozer em banho maria durante cerca de 1 hora. Vá vigiando. Se verificar com o palito tenha presente que este nunca vai sair totalmente seco.
Depois de cozido, retire a forma do pudim do banho maria e deixe arrefecer. Leve ao frigorífico de um dia para o outro.
No dia seguinte desenforme e sirva!
Bom apetite :)

30/05/2018

Almôndegas



O meu pequeno Vasco deve ter sido italiano numa vida anterior tal é o amor que ele tem por pratos tipicamente italianos. 
Se não acreditam vejam só a lista de pratos favoritos dele:
Almôndegas com esparguete e molho de tomate (ou molho de natas)
Almôndegas com batata frita (acho que com esta combinação os italianos até se arrepiam mas enfim)
Esparguete à bolonhesa
Risotto de abóbora ou de cogumelos
Salada de massa fria
Esparguete com pesto e bolinhas de mozarella vegan
Pizza só se for bolonhesa com queijo parmesão vegan ralado
Já perceberam a ideia não é.
Eu não posso estar mais de acordo com ele, mas no meu caso prefiro uma lasanha ou beringela à "parmigiana" e também adoro martini (vermute) :)

Por estes motivos cada vez que faço almôndegas é às 90 de cada vez (faço o dobro da receita), sendo que por refeição ele come geralmente 6.
Esta receita é adaptada do website cookforlove e, para não variar, se não fosse absolutamente maravilhosa e deliciosa eu não estava aqui a escrevê-la.
Tenho consciência que é uma receita trabalhosa, mas acreditem que quando estiverem a saborear estas maravilhosas almôndegas tudo vai valer a pena.

Ingredientes:
1 tabuleiro de 250g de cogumelos portebello cortado aos cubinhos;
120g de beringela descascada  cortada aos cubinhos;
1 cebola pequena picada;
1 colher de sopa de concentrado de tomate;
3 dentes de alho picados;
1 colher de chá de sal com aipo (vende-se nos hipermercados);
pitada de pimenta;
1 colher de chá de orégãos;
1/4 de colher de chá de massa de pimentão;
1/4 de colher de chá de flor de sal
2 fatias de pão hipoproteico duro e reduzido a migalhas
150g de arroz (eu uso normal ou metade normal metade hipo);
1 dente de alho pequeno prensado
2 metades de tomate seco em óleo;
3 ou 4 folhas de manjericão (quando não tenho uso uma colher de chá de pesto)
2 colheres de sopa de farinha Loprofin
Azeite qb

Coloque 1 colher de sopa de azeite numa frigideira antiaderente e salteie os cogumelos até dourar. Junte mais 1-2 colheres de azeite e acrescente a beringela e a cebola. Continue a saltear até dourar.
Adicione o concentrado de tomate, os alhos picados, o sal com aipo, pimenta, os oregãos, a massa de pimentão e a flor de sal. Envolva bem e deixe cozinhar mais uns 5m (deve ficar uma mistura seca). Retire do lume e deixe arrefecer completamente. Triture na picadora, coloque numa tigela grande e reserve.
Entretanto triture na picadora o arroz misturado com as metades de tomate seco, as folhas de manjericão e o dente de alho prensado. Junte à mistura de legumes. Adicione por fim as migalhas de pão e a farinha.
Amasse até ficar uma massa coesa. Leve ao frigorífico por cerca de 1 hora. 
Molde as almôndegas (eu uso uma colher de chá medida para medir a quantidade de massa para que fiquem do mesmo tamanho e rende cerca de 40 unidades) e coloque num tabuleiro.
Leve as almôndegas moldadas ao frigorífico de um dia para o outro.

 No dia seguinte salteie as almôndegas num fio de azeite numa frigideira antiaderente só para dourar e selar o exterior.


Estão prontas é só juntar o molho da vossa preferência. Congele as que não forem para consumir logo.
No IKEA, com o típico molho de natas
Simples, com "batatas fritas", na lancheira

Bons cozinhados!
Beijinhos
Paula







29/04/2018

(No)cheesecake de morango


Cheesecake é das minhas sobremesas favoritas, por isso era obrigatório arranjar uma versão que desse também para o Vasco.
A receita que trago também pode ser feita com outras frutas, ou mesmo simples, aumentando-se as natas para 400ml.
Vamos lá a isto!

Ingredientes:
Para a base: 200g de bolacha maria schar ou cereais loops (usei cereais) triturados até ficar em farinha; 100g de manteiga sem sal derretida misturada com uma colher de sopa de mel.
Misturar bem estes ingredientes e colocar na base de uma tarteira com aro amovível, pressionando bem. Leve ao frigorífico.

Para o recheio
250g de morangos
100g de açúcar (ajustar conforme se pretender mais ou menos doce)
300ml de natas (de leite de vaca se possível ou vegetal, as de sabor mais neutro possível)
1 embalagem de creme fraiche (este é o ingrediente que substitui o queijo creme e ajuda no sabor. Calcular a proteína dependendo da marca, uso da marca "President" 4g de proteina)
1 saqueta e meia de agar-agar em pó, 3g ao todo.
Morangos, framboesas e pepitas de chocolate para decorar (opcional)

Triture os morangos com a varinha e passe por um passador para retirar a maior parte das sementes.
Leve o puré de morango ao lume com o agar agar e deixe ferver durante dois minutos. Retire do lume e reserve até ficar morno.
Bata as natas com o açúcar e o creme fraiche na batedeira. Junte o puré de morango e continue a bater até ficar homogéneo.
Deitar o preparado sobre a base refrigerada, alisando bem.
Leve ao frigorífico de um dia para ao outro. No dia seguinte retire o aro da forma, decore com morangos (previamente macerados com um pouco de açúcar), framboesas e pepitas de chocolate (ou outra decoração a gosto) e sirva.
Rende cerca de 14 fatias se forem contidos :)

Bom apetite!
Beijinhos
Paula Viegas


18/06/2015

Workshop de culinária hipo em Lisboa, da Nutricia, Imperdível!

Para miúdos e graúdos, a família metabólica é chamada ao parque das Nações, Sábado dia 4 de Julho, para um Workshop de Culinária com o Chef Fábio Bernardino. Há muito que queríamos conhecer este Chef que nos tem presenteado com algumas iguarias da culinária hipoproteica através da página da Nutricia e dos amigos Anamix6. As inscrições são simplesmente feitas através da página do facebook dos amigos anamix6, 

Eu já me inscrevi, e vocês?

19/04/2013

A lancheira do Vasco - 6ª feira + Receita de risotto de abóbora salteada

A ementa da escola para esta 6ª feira é: Arroz de pato e salada de tomate.
O Vasco levou risotto de abóbora salteada (de cogumelos também seria uma boa opção se ele fosse fã de cogumelos...) que ele gosta muito, acompanhado de salada de tomate e azeitonas pretas.
A sopa é de feijão verde e a sobremesa salada de morangos.
Dicas culinárias: Quando procuro receitas para diversificar a alimentação do Vasco actualmente prefiro não recorrer logo a livros ou sites com receitas especificamente hipoproteicas mas sim a receitas vegetarianas, desenvolvidas ou criadas porque são efectivamente muito saborosas e que, por coincidência feliz (embora rara) também são ou podem ser hipoproteicas ou susceptíveis de poucas alterações que não alteram o sabor final do prato. É o caso deste risotto. A receita original está aqui http://thepioneerwoman.com/cooking/2013/01/butternut-squash-risotto/.
Quando vi esta receita pensei, abóbora... no arroz, será que vai ficar bom?! Mas como a abóbora em causa é a butternut ou manteiga, que tem um sabor suave, pode ser que a coisa resulte e então decidi experimentar. E ainda bem que o fiz, porque fica efectivamente delicioso. É absolutamente obrigatório usar o tipo de abóbora que refiro, senão o sabor será definitivamente diferente, e não para melhor...
A receita que faço é a seguinte (para uma dose para adulto ou 2-3 doses para criança):
110g de abóbora butternut cortada em cubinhos
meia cebola pequena
azeite, manteiga, açafrão
1 caldo de legumes (com baixo teor proteico e preferencialmente de agricultura biológica)
cerca de 75g de arroz hipoproteico
1 colher de sopa de natas (opcional)
Coloque numa frigideira grande 1 colher de sopa de azeite e a abóbora aos cubinhos, deixe saltear em lume médio até ficar dourada. Tempere com sal. Retire da frigideira e reserve.
Leve ao lume o caldo de legumes com cerca de 1,5l de água. Deixe ferver e derreter o caldo e desligue o lume.
Coloque na frigideira onde salteou a abóbora a meia cebola muito bem picadinha com 1 colher de sopa de manteiga e 1 colher de sopa de azeite. Refogue a cebola até dourar. Acrescente o arroz e mexa bem até ficar envolvido na gordura (cerca de 1m), não deixe fritar.
Vá acrescentado o caldo quente concha a concha à medida que o liquido se vai evaporando, até o arroz ficar cozido, deixe o arroz com algum liquido e não seco. Utilize só o caldo suficiente para cozer o arroz, poderá não ter de utilizar todo. Quando estiver cozido junte uma pitada de açafrão, a abóbora salteada, sal a gosto e uma colher de sopa de natas (opcional, mas recomendado porque dá sabor e cremosidade ao arroz, tipico do risotto). Retire do lume e sirva de imediato.
Aconselho que vejam as fotos da receita original em caso de dúvida na confecção.
Bom fim de semana!
Paula Viegas

25/10/2012

Fundació Alicia, o sonho impossível...


La Fundación Alícia, alimentación y ciencia, es un centro de investigación dedicado a la innovación tecnológica en cocina, la difusión del patrimonio agroalimentario y gastronómico, con vocación social y abierto a todo el mundo para promover la buena alimentación.
Es una fundación, creada por la Generalitat de Catalunya y Caixa Manresa, que cuenta con un consejo asesor presidido por el chef Ferran Adrià y con el asesoramiento del cardiólogo Valentí Fuster.
Alícia es un referente en el ámbito de la investigaciónaplicada a la gastronomía, un espacio para crear conciencia social sobre la importancia de la alimentación como hecho cultural y como factor educativo. Así pues, se trata de un lugar donde se generan ideas sobre alimentación y cocina, una experiencia sensorial y estimulante que combina tradición e innovación, y unproyecto comprometido con el territorio.
Los dos ámbitos fundamentales sobre los cuales Alícia estructura su actividad son:
-Salud y hábitos alimentarios, subrayando la misión social de Alícia y su voluntad de ser un agente activo en la mejora de la alimentación general de nuestra sociedad.
-Investigación gastronómica y científica, con el apoyo de los mejores cocineros y el objetivo de reforzar el nivel y la proyección de nuestra gastronomía.

Reunir num espaço lindissimo um centro de Investigação gastronómica, com um dos melhores Chefs do mundo, o Chef Adriá, só pode ser um sonho impossível por cá, mas realizado na Catalunha. É um abismo que nos separa deste nível de desenvolvimento, mas há uma boa notícia, é que afinal, não é no outro lado do mundo, é aqui mesmo ao lado em Espanha, e afinal um Centro com vocação social, aberto a todo o mundo para promover a boa alimentação, mesmo que virtualmente, podemos fazer-lhe uma visita. Em sonhos seria o local ideal, perfeito! para um Encontro metabólico, com escola de cozinha hipoproteica orientada pelo Chef Adriá, e sei lá com o James Bond a receber-nos à porta...

No entretanto, enquanto caímos na realidade, vamos aproveitar para ler, aprender e experimentar algumas das receitas hipoproteicas dedicadas por Alicía aos Metabólicos em parceria com a Unidad de Enfermedades Metabólicas Hereditarias do Hospital Sant Joan de Déu de Barcelona . Caminhos novos a desvendar, a  explorar, a questionar.
Águas de queijo! Caldos de bacalhau! Pasta fresca! Ovos de codorniz!  E muito mais. 


A Chef Paula Viegas, indicou o caminho, e nós, fomos atrás! Maravilhados.

14/07/2011

Escola de Cozinha no Campo de Férias da apofen

Destaco a Escola de Cozinha que vai integrar as actividades do Campo de Férias da apofen e para a qual é possível a inscrição externa. Vai decorrer no Sábado dia 3 de Setembro nas instalações da Colónia de Férias da Repsol em Almoçageme, Sintra, e o programa vai ser o habitual, uma sessão teórica sobre alimentação especial com esclarecimentos sobre produtos dietéticos e hipoproteícos e outra sessão prática, na qual se confeccionarão alguns pratos e sobremesas. A participação na Escola de Cozinha, está sujeita a uma inscrição prévia até dia 15 de Julho (é já na sexta-feira!) e inclui o almoço, terá o custo de 25 euros.
Inscrições através do telefone: 960231590 - 914254028 ou apofen@gmail.com

05/02/2011

Em Lisboa, foi CINCO ESTRELAS! * * * * *

Acabadinha de chegar do workshop de cozinha Anamix, estou sem palavras para vos descrever  o bom que foi! O espaço tem condições fantásticas, uma cozinha com três belas ilhas equipadas com tudo o que há de melhor, e com luz natural a jorros! Foi com muita alegria e boa disposição que se formaram equipas de dois ou três elementos ( seríamos para aí uns trinta?) e pusémos todos as mãos na massa. Saíram de lá pequenas maravilhas como pastéis de bacalhau, quiches, canapés de azeitonas, sanduiches  panadas com recheio de cogumelos, queques de limão, mousse de chocolate (nhamnham...!) eu sei lá! Até eu, que sou um desastre na cozinha dei o meu contributo positivo a amassar e a dar forma aos pastéis de "bacalhau", sem ele, claro!...
Parabéns e obrigado à Paula, que foi a nossa espectacular formadora, dando sempre um cunho muito particular a cada passo e ilustrando tudo com a sua experiência pessoal como técnica e como mãe , e a toda a equipa Anamix por esta brilhante iniciativa.
ADOREI!
Prometo um post com fotografias para vos deixar com água na boca...

19/01/2011

Workshop de Cozinha dos amigos ANAMIX - Informações importantes!

O horário é comum a Lisboa, Porto e Coimbra:
tem início às 9h30m da manhã e termina pela 13h00.
Quanto à localização;

Em Lisboa será na 
Escola de Hotelaria e Turismo,
Rua Saraiva de Carvalho, nº 41 
1269-099 Lisboa 
No Porto será na 
Faculdade de Ciências da Nutrição, 
situa-se no interior da
Faculdade de Engenharia junto ao Hospital de São João.
E em Coimbra, será na 
Escola de Hotelaria e Turismo, 
Quinta da Boa Vista.
Para quem não se inscreveu, ainda vai a tempo!
Vamos lá passar uma manhã divertida à volta da cozinha!

05/01/2011

Workshop de Cozinha - Não se esqueçam de vos inscrever!

WORKSHOP DE COZINHA
Chefes de Cozinha - para uma viagem de Sabores
O Ano de 2011 ainda não começou, mas já promete ser um grande Ano! Graças aos amigos Anamix6 da Nutricia, parece-me que vamos começar muito, mas mesmo muito BEM este ano. Lisboa, Porto e Coimbra, as datas já estão aí, é só começar a marcar a agenda . Vamos aproveitar a oportunidade e fazer um encontro festivo à volta dos Sabores da Cozinha Hipoproteica. Eu também quero ser um Chefe de cozinha, por isso vou lá estar! Inscrevam-se e apareçam!
Lisboa
Sábado, 5 de Fevereiro de 2011 às 9:30

Porto
Sábado, 12 de Fevereiro de 2011 às 9:30

Coimbra
Sábado, 19 de Fevereiro de 2011 às 9:30
Para a inscrição, basta enviar; os nomes, número de participantes e local escolhido para: anamix6.pt@nutricia.com

27/12/2010

Workshop de Cozinha - 2011 promete!

WORKSHOP DE COZINHA
Chefes de Cozinha - para uma viagem de Sabores
O Ano de 2011 ainda não começou, mas já promete ser um grande Ano! Graças aos amigos Anamix6 da Nutricia, parece-me que vamos começar muito, mas mesmo muito BEM este ano. Lisboa, Porto e Coimbra, as datas já estão aí, é só começar a marcar a agenda . Vamos aproveitar a oportunidade e fazer um encontro festivo à volta dos Sabores da Cozinha Hipoproteica. Eu também quero ser um Chefe de cozinha!
Lisboa
Sábado, 5 de Fevereiro de 2011 às 9:30

Porto
Sábado, 12 de Fevereiro de 2011 às 9:30

Coimbra
Sábado, 19 de Fevereiro de 2011 às 9:30
Para a inscrição, basta enviar; os nomes, número de participantes e local escolhido para: anamix6.pt@nutricia.com

26/11/2010

Tortilha de Legumes


No outro dia fiz uma tortilha de legumes... que ficou deliciosa.. :)
Aqui fica a receita:

5 colheres de ovo completo
1 courgete cortada aos triângulos
2 cenouras cortadas aos quadradinhos
1 pimento cortado aos bocados
queijo fatiado cortado às tiras
manteiga para derreter na frigideira..
sal


e depois tb fiz uma vez com espinafres que ficou ainda melhor..

Tentem fazer as duas...!

20/11/2010

Sonhos de Cenoura e Hambúrgueres

Receitas Hipoproteicas
Sonhos/Sonhos de Cenoura

Ingredientes:
. 250g de cenoura cozida e moída
. 250g de Farinha
. 1 colher de sopa de substituto de Ovo Amarelo
. 1 colher de sopa de substituto de Ovo Inteiro
. 1 pacote de leite loprofin
. 100ml de água
. 1 pacote de fermento
. 2 colheres de sopa de açúcar
. Sal

Preparação:
. água morna+fermento+açúcar(num recipiente a parte)
. farinha+2 colheres de substituto de Ovo+açúcar+cenoura(recipiente a parte)
. Adiciona-se o leite e vai-se mexendo até obter uma massa homogenica.
. Adiciona-se no final,a água,o fermento e o açúcar(recipiente a parte).
. Bate-se energicamente até obter uma massa fluída.
. Deixar levantar até ficar com o dobro do tamanho.
. Fritar em óleo Quente.
. Passar por canela e açúcar

Receitas Hipoproteicas
Hambúrgueres

Ingredientes:
. 1 Pacote de Substituto de Hambúrguer com 100ml de água fria, mexa-se até obter um preparado
. Pasta de Massa
. Cenoura triturada
. Cogumelo triturado
. Pimento triturado
. Couve-flor triturada
. Azeitonas(verdes,pretas e caseiras) trituradas
. 2 colheres de chá farinha Especial.

Fritar em Óleo.
Bom Apetite!!!

Por:Micaela Drugus

02/11/2010

Massa de Rissol

 
 Ingredientes:
. 225grs de Farinha (E)
. 250ml de água
. 2 colheres de sopa de óleo de milho ou azeite
. q.b. sal refinado

Preparação:
Coloque num tacho a água com sal e o óleo de milho.
Quando ferver, deite a farinha e mexa bem com uma colher de pau, para não formar grumos, até que descole do fundo do tacho.
Retire a massa do lume e deixe arrefecer um pouco. 
Coloque-a em cima de uma superfície lisa e amasse-a bem com as mãos. 
Deixe arrefecer enquanto prepara o recheio.

Receita retirada da sessão da Escola de Cozinha da apofen, que aconteceu em Lisboa, no princípio do ano de 2009. A demonstração, feita na altura pela Berta Alves, fazia parecer  simples  a execução. Ainda não a experimentei, mas não tardarei a aventurar-me.
Bom apetite!