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02/07/2018

Pudim de pão especial


São raros os fins de semana em que não experimento uma receita nova ou adaptada que dê para o Vasco. Ultimamente tenho-me dedicado mais aos doces tradicionais portugueses e o pudim de pão é daquelas sobremesas boas e económicas que fazem parte da infância (da minha pelo menos).
O Vasco experimentou e gostou, sem grande entusiasmo, mas eu sei que para ele, salvo algumas poucas excepções, sobremesa que não seja ou contenha chocolate não lhe desperta grande interesse.
Mas eu não quero saber disso para nada e só ocasionalmente faço sobremesas com chocolate, chama-se a isto "tough love" culinário, para ele diversificar mais o paladar. Ele vai agradecer-me por isso mais tarde (esperemos!).
Vamos lá ao pudim

Ingredientes
600ml de leite vegetal (escolham um que gostem mesmo do sabor)
150g de pão de milho sem glúten da marca Continente, sem côdea (tem 1,5g de proteína em 100g. Só experimentei com este pão que é o mais leve e de bom sabor. Pode ser usado outro pão com baixo teor proteico, desde que seja leve);
100g de açúcar (ou a gosto)
1 colher de sopa de açúcar baunilhado
30g de Maisena
1 pitada de sal
canela em pó (opcional, fiz sem)

açúcar qb. para caramelizar uma forma de pudim

Preferencialmente prepare o pudim na véspera do dia em que servir.
Amorne o leite e coloque o pão partido aos pedaços e reserve.
Ligue o forno a 180º e coloque um tabuleiro com água quente no forno (para cozer o pudim em banho maria).
Caramelize a forma de pudim: cubra o fundo com açúcar e um pouco de água e leve ao lume deixando ferver até ficar da cor do caramelo médio. Retire do lume e usando uma colher espalhe o caramelo por toda a forma. Deixe arrefecer
Entretanto junte ao leite e pão os restantes ingredientes e triture bem com a varinha até ter um preparado uniforme.
Deite o pudim na forma caramelizada e leve a cozer em banho maria durante cerca de 1 hora. Vá vigiando. Se verificar com o palito tenha presente que este nunca vai sair totalmente seco.
Depois de cozido, retire a forma do pudim do banho maria e deixe arrefecer. Leve ao frigorífico de um dia para o outro.
No dia seguinte desenforme e sirva!
Bom apetite :)

29/04/2018

(No)cheesecake de morango


Cheesecake é das minhas sobremesas favoritas, por isso era obrigatório arranjar uma versão que desse também para o Vasco.
A receita que trago também pode ser feita com outras frutas, ou mesmo simples, aumentando-se as natas para 400ml.
Vamos lá a isto!

Ingredientes:
Para a base: 200g de bolacha maria schar ou cereais loops (usei cereais) triturados até ficar em farinha; 100g de manteiga sem sal derretida misturada com uma colher de sopa de mel.
Misturar bem estes ingredientes e colocar na base de uma tarteira com aro amovível, pressionando bem. Leve ao frigorífico.

Para o recheio
250g de morangos
100g de açúcar (ajustar conforme se pretender mais ou menos doce)
300ml de natas (de leite de vaca se possível ou vegetal, as de sabor mais neutro possível)
1 embalagem de creme fraiche (este é o ingrediente que substitui o queijo creme e ajuda no sabor. Calcular a proteína dependendo da marca, uso da marca "President" 4g de proteina)
1 saqueta e meia de agar-agar em pó, 3g ao todo.
Morangos, framboesas e pepitas de chocolate para decorar (opcional)

Triture os morangos com a varinha e passe por um passador para retirar a maior parte das sementes.
Leve o puré de morango ao lume com o agar agar e deixe ferver durante dois minutos. Retire do lume e reserve até ficar morno.
Bata as natas com o açúcar e o creme fraiche na batedeira. Junte o puré de morango e continue a bater até ficar homogéneo.
Deitar o preparado sobre a base refrigerada, alisando bem.
Leve ao frigorífico de um dia para ao outro. No dia seguinte retire o aro da forma, decore com morangos (previamente macerados com um pouco de açúcar), framboesas e pepitas de chocolate (ou outra decoração a gosto) e sirva.
Rende cerca de 14 fatias se forem contidos :)

Bom apetite!
Beijinhos
Paula Viegas


04/12/2017

Azevias de batata doce


Um dos doces de Natal que mais gostamos em família são as azevias (é o doce favorito da minha irmã, somos uma família de gulosos :)). Já andava há algum tempo a magicar numa versão hipoproteica desta receita, para neste Natal ter mais uma coisa para partilhar com o Vasco.
O recheio de batata doce é relativamente pacífico, o problema era encontrar uma receita de massa  elástica o suficiente para tender e moldar em pastel e aguentar a fritura.

Por vezes ando a pensar em como fazer determinada receita durante semanas a fio e um belo dia, surge a peça que falta e o puzzle fica completo.
E a peça que faltava ao meu puzzle chama-se Ana Sofia, uma querida amiga e mãe "metabólica", que me passou uma receita de massa que tinha usado nuns pastéis fritos e que me pareceu mesmo adequada para as minhas azevias.
Mas antes de experimentar a receita dela, ainda tentei, teimosamente, fazer uma versão das azevias adaptada do livro "Cozinha Tradicional Portuguesa", da Maria de Lurdes Modesto, para mim a autoridade máxima da culinária nacional. Mas a receita adaptada não resultou (chuif).  
Experimentei então a receita da Ana Sofia, com umas pequenas alterações de ingredientes: usei banha+ manteiga em substituição da margarina e acrescentei aguardente, ingredientes que constavam na receita original do livro que refiro acima da minha mentora culinária :)

E a receita final é a seguinte:
Para a massa: 100g de farinha de milho, 100g de farinha Loprofin, 4 dl de água, 1 colher de sopa de aguardente, 1 colher de sopa de banha, 1 colher de sopa de manteiga, sal
Misture as farinhas num recipiente. Leve a água ao lume com a manteiga, banha e uma pitada de sal até ferver. Deite a aguardente na misture de farinha e de seguida a água acabada de ferver aos poucos e amassando até obter uma massa coesa e elástica (provavelmente não será necessária a água toda). Amasse bem e deixe arrefecer totalmente.
Massa pronta
Entretanto prepare o recheio misturando cerca de 150g de puré de batata doce laranja com raspa de 1 laranja, 2 colheres de sopa de açúcar (ou mais a gosto) e uma colher de chá rasa de canela. Reserve.
Tenda a massa, coloque uma colher de chá de recheio e corte em formato de "rissol" ou em triângulos.

Frite em óleo bem quente, escorra em papel absorvente por uns segundos e passe as azevias ainda quentes por açúcar amarelo misturado com canela. E estão prontas.

Boas e doces festas para todos!

Paula Viegas

27/07/2017

Bolas de Berlim (que também podem ser donuts)

Bola de berlim recheada com "nutella"
Acho que metade das minhas boas memórias de infância tem a ver com comida, mas precisamente a que a minha mãe fazia e a que comprava. Nesta segunda categoria, lembro-me perfeitamente, num período da minha infância, que ao fim de semana ela me perguntava qual o bolo que queria para pequeno almoço e eu invariavelmente escolhia a bola de berlim. E assim foi durante muitos e bons fins de semana.
Actualmente é muito raro comer bola de berlim (foram muitos anos ahahaah), mas há um período do ano e um lugar em que uma bola de berlim é obrigatória, no verão e na praia.
E obviamente que não poderia privar o meu pequeno Vasco de uma experiência tão saborosa.
E mais uma vez lá experimentei algumas receitas para ver qual a que mais se aproximaria do original.
A receita que melhor resultado produz e que o Vasco mais gosta é a que vos trago hoje. Não vos vou dizer que a massa é igual à da original, mas aproxima-se bastante.
Assim, e porque todos as crianças e adultos têm direito à sua bola de berlim, aqui vai a receita:

Ingredientes

  • 500g de farinha Loprofin
  • Saqueta de fermento que vem na embalagem
  • 60g de açucar amarelo
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 100ml de oléo
  • 400ml de água morna
  • farinha qb para moldar
  • óleo para fritar

Coloque a farinha, o fermento, o sal e o açúcar num recipiente e misture bem. Deite o óleo e a água ao mesmo tempo e bata com a batedeira durante cerca de 1-2m. Inicialmente vai ficar uma mistura muito liquida mas depois fica mais espessa e lisa.
Unte com óleo um tabuleiro e coloque película aderente também untada com óleo.
Enfarinhe bem as mãos e retire pedaços da massa (a massa fica muito mole e é difícil de moldar) e molde em formato de bola ou donut. Coloque no tabuleiro e cubra com mais uma folha de película aderente untada com óleo. Deixe levedar por cerca de 1 hora.


Depois de levedar, aqueça numa frigideira funda quantidade suficiente de óleo.
Retire as bolas e os donuts do tabuleiro e frite em óleo bem quente. A massa irá continuar mole e se não conseguir retirar sem estragar o formato, não tem problema é uma questão de lhe dar forma novamente e colocar na frigideira. Frite até dourar.

Depois de fritas, escorra em papel absorvente e passe por açúcar amarelo e canela ou recheie com doce ou com creme de pasteleiro ou de chocolate.   

Com açúcar e canela

Disfarçada de donut
As que não forem para ser consumidas no dia, podem ser congeladas depois de fritas mas sem qualquer revestimento ou recheio (o que dá muito jeito para levar para férias). Para descongelar basta levar ao microondas durante cerca de 30s na potência máxima. Deixar arrefecer e passar por açúcar ou rechear.

Bom apetite e boa praia!

Paula Viegas

17/05/2017

Appel Strudel


Appel Srudel
Ingredientes recheio:
  • 6 maçãs ( 3 reinetas e 3 golden ou pink lady) = 800g descascadas sem caroço
  • Sumo de 1 laranja
  • 50g de passas (ou passas e frutas cristalizadas pequenas)
  • 1 colher de sobremesa de canela

Preparação:
  1. Corte as maçãs em quartos, coloque no robot para fatiar.
  2. Junte as passas. Polvilhe com canela.
  3. Junte o sumo de laranja e misture bem.
  4. Deixe no frigorífico, enquanto prepara a massa. (Também já deixei de um dia para o outro preparado.)
Massa:
  • 300g de farinha loprofin (ou farinha nacional isenta de glúten (0.7g proteína por 100g))
  • 125 de margarina vaqueiro
  • 100ml de cerveja
  • 3 colheres de sopa de açúcar moreno (mascavado escuro)
  • 1 colher de sopa de leite loprofin (opcional)
  • Canela e açúcar glacé para polvilhar no fim
Preparação:
  1. Na bimby coloquei a manteiga cortada aos bocados, depois a cerveja e por fim a farinha já misturada com o açúcar.
  2. Coloquei 20 segundos na velocidade 6, depois retirei a farinha agarrada às paredes do copo e coloquei mais 10 segundos à velocidade 6.
  3. Estendi a massa sobre papel vegetal em forma retangular. Primeiro estendi a massa com as mãos, em forma de retângulo e só depois para esticar mais e ficar fina, é que utilizei o rolo da massa de madeira, um pouco enfarinhado.
  4. Coloquei a mistura da fruta e espalhei no centro ao longo do rectângulo.
  5. Fechei os quatro lados, com cuidado nas pontas, para não rebentar. (Também se pode pincelar a massa estendida com manteiga antes de colocar a fruta).
  6. Pincelei a massa por cima, com um pouco de leite loprofin. (já fiz sem o leite e também ficou bem).
  7. Peguei nas pontas do papel vegetal e transferi para o tabuleiro do forno.
  8. Vai ao forno já previamente aquecido a 180 graus 45 minutos no nível 3.
  9. Depois pincelo por cima com um pouco de manteiga derretida para ficar dourado, e volta ao forno por mais 15 minutos.
  10. Retire do forno e quando morna, polvilhe primeiro com canela e depois com açúcar de glacé.

É muito bom servido morno. E também pode acompanhar com uma bola de gelado.
Gosto muito desta sobremesa, não tem demasiado açúcar e tem fruta. Agradeço à Ana a receita dos palitos de cerveja, que me permitiu descobrir a massa para poder fazer esta sobremesa.

10/11/2015

Panna cota Hipo

Ingredientes:

  • 400ml de natas vegetais doces(Hoplá...)
  • 1saqueta de agar-agar (2g vahiné)
  • 1/2 vagem de baunilha ou uma1colher de chá de aroma de baunilha
  • 100g de frutos vermelhos
  • 2 colheres de sopa de açucar

Preparo:
Desfaça o agar-agar num pouco de natas. Junte ás restantes e leve ao lume com a vagem de baunilha ou aroma deixando ferver por 2 minutos. Retire a vagem e distribua em forminhas ou em taças individuais. Leve ao frigo até endurecer.
Deite numa panela coloque os frutos com o açucar e deixe derreter o açucar mexendo sempre para não queimar assim como alguns frutos. Deixe arrefecer um pouco e deite sobre a panna cota (desenformada ou nas tacinhas). Decore a gosto.

04/06/2015

"Danoninho" ou uma tentativa de recriar o iogurte

Infelizmente não existem no mercado iogurtes vegetais que possa incluir na dieta do meu pequeno. Quase só há de soja e o teor proteico é bastante elevado. Encontrei por acaso uns com base de arroz, mas o Vasco não gostou do sabor (e eu concordo com ele!).

A propósito da semana de lancheiras, já aqui tinha falado sobre o "Danoninho" que o Vasco leva duas vezes por semana para a escola.
Esta espécie de receita aconteceu nem sei muito bem como. Quer dizer, já vos aconteceu andarem muito tempo a pensar numa questão, sem solução aparente, e de repente, quando menos esperamos, a solução aparece, vinda do nada? :)
Pois, foi assim, de repente surgiu a ideia que se fizesse uma papa fria e juntasse frutas talvez conseguisse recriar o sabor do iogurte. E assim nasceu o "Danoninho" do Vasco, que ele adora e come sempre muito bem.
Os ingredientes que escolhi para o efeito, natas e água, constituem a base de algumas das minhas receitas, pela simples razão de simularem na perfeição o sabor do leite ou derivados em receitas que originalmente levam estes ingredientes. O resultado final, na minha opinião claro, tem um sabor quase idêntico ao de um iogurte cremoso.
Pode ser utilizado leite hipoproteico ou vegetal em substituição da água + nata, mas o sabor não será o mesmo.

A base da receita é sempre 1 parte de nata para 2 partes de água (por exemplo para 100ml de nata junto 200ml de água), acrescida de farinha. E a inspiração para os sabores vem do que vou vendo nos supermercados para o iogurte ou dependendo da fruta que tenho em casa.

Já experimente com 3 farinhas diferentes:
- maisena - aconselho a usar de imediato ou só juntar a fruta no dia em que servir, porque ao conservar no frigorífico a mistura não se aguenta e começa a ficar aguada. Pode-se juntar um bocadinho de pudim de chocolate, para um "Nesquick", ou raspas de chocolate para um sabor straciatella, ou pêssego, manga, etc;
- farinha de custarda de morango - é a preferida do Vasco e liga muito bem com morangos, frutos vermelhos ou silvestres, cerejas e banana;
- farinha de custarda simples (sabor baunilhado) - liga muito bem com pêra, bolacha maria, pêssego, etc.

Habitualmente faço 2 doses por semana, pelo que apresento as quantidades que utilizo, mas que podem ser duplicadas, triplicadas, para as doses e quantidades que se quiser.

Receita base para 2 "danoninhos" de cerca de 100g cada um:
50 ml de nata (0,75g proteina ou 38 mg phe) (graças à dica da mãe Maria João passei a usar natas frescas da Mimosa que tem 1,5g de proteina em 100ml)
100ml de água
2 colheres de sopa rasa da farinha escolhida (colocar mais ou menos consoante se pretenda mais espesso, ou a fruta a juntar seja mais sumarenta, ou mais liquido)
2 colheres de sopa de açúcar (ou a gosto)
Fruta a gosto (regra geral 3-4 colheres de sopa de fruta partida em pedaços)
Nota: a base, com as natas indicadas e sem a fruta, tem a quantidade total de 38mg phe, pelo que cada dose tem 19mg phe.

Coloque a farinha numa panela e junte e nata previamente misturada com a água mexendo com uma vara de arames até dissolver (se fizer de chocolate junte uma colher de chá de pudim de chocolate ou chocolate com baixo teor proteico agora). Junte o açúcar e leve a mistura ao lume até engrossar, mexendo sempre. Retire do lume e deixe arrefecer completamente.
Quanto a papa estiver fria, junte a fruta que desejar e triture com a varinha até ficar cremoso.
Conserve no frigorífico. Pelos testes que fiz conserva-se bem no frigorífico no máximo 3 dias.

Alguns sabores que experimentei:
Base de farinha de custarda de morango. O da esquerda é de frutos do bosque e o da direita tem morangos
Base de farinha de custarda com pêssego
Base de maisena, o da esquerda com um bocadinho de pudim de chocolate e o da direita straciatella
Boas experiências!
Paula Viegas

29/01/2015

Brigadeiros



O que é que eu posso dizer sobre esta maravilhosa obra de arte da culinária brasileira que lhe faça justiça? 
Quem já provou sabe do que estou a falar, quem não provou, agora já não tem a desculpa que não tem a receita :)

Este é um doce que eu sempre adorei e como tal tinha de encontrar uma versão pku do mesmo, tão boa quanto o original, para que todos em casa pudessemos saborear em conjunto, como é suposto.
Foi então que encontrei uma receita do dito, divulgada no facebook pela talentosissima mãe brasileira Joselma Freitas. 
Fiz um pequena adaptação, que se prende com a utilização do cacau (a Joselma usa nescau um produto que não encontro cá). Fiquei tão maravilhada com o resultado final, que dei a experimentar a familiares e amigos e não houve uma única pessoa que não tivesse simplesmente adorado.
E, de máxima importância, devo dizer que tem o "selo" de aprovação entusiasta do Vasco :)
Passemos então à receita:  

Ingredientes:
  • 1 colher de sopa de margarina (usei Vaqueiro)
  • 1 colher medida de sopa de cacau (cerca de 5g - 30mg phe)
  • 10 colheres medida de sopa de açúcar
  • 1 embalagem de natas de leite de vaca (200mg phe - a Joselma refere que também pode ser utilizado leite de côco mas não experimentei ainda)                                         
Nota: Eu só uso natas que contenham até 2 g de proteina por 100ml, fazendo a conversão que 1g de proteina tem 50mg de phe, uma embalagem de 200ml de nata tem 200mg de phe.



Deitar todos os ingredientes numa panela mexendo com uma vara de arames para misturar bem. Levar ao lume e deixar ferver mexendo regularmente com uma colher de pau até ficar um creme espesso e quase despegar do fundo da panela (é preciso acertar no ponto o que por vezes é dificil). Deixar arrefecer e levar ao frigorifico umas horas ou de um dia para o outro.

No dia seguinte, com a ajuda de uma colher de chá para retirar a massa, moldar bolinhas com as mãos levemente untadas e passar em chocolate granulado ou outra cobertura a gosto (na foto passei por chocolate granulado negro e branco da marca Continente). Colocar em forminhas de papel e servir.
A receita tem na totalidade 230mg de phe, de acordo com as minhas contas, e rende cerca de 17 brigadeiros  médios (13mg de phe cada um)

Mas se em vez de moldar brigadeiros se pretender fazer uma cobertura para bolo, os ingredientes são os mesmos mas não se deve deixar apurar muito o creme, devendo apenas ferver até ficar espesso. Deixar amornar e cobrir o bolo.
Na foto abaixo está o bolo de cacau e banana com a cobertura de brigadeiro.

Nada melhor do que começar o Novo Ano da forma mais doce possível.
Bom apetite!
Paula Viegas

19/12/2013

Panna Cotta


650 ml natas Hoplá
350 ml leite Prozero
1 pacote de gelatina agar-agar vahiné (2grs)
60 grs açúcar
1 colher de café de baunilha líquida vahiné

Para a cobertura:
150 grs de framboesa congelada (ou morangos)
60 grs açúcar
½ limão pequeno
2grs de fécula de batata
½ chávena de água (a utilizar mais ou menos consoante se goste do molho mais ou menos líquido)

Desfazer a agar-agar num pouco do leite frio e juntar ás natas. Levar esta mistura ao lume até levantar fervura. Juntar o açúcar e deixar ferver mais um pouco. Provar para ver se estão cozidas, retirar do lume e juntar a baunilha.
Deixar arrefecer um pouco e passar por um passador de rede fina para retirar a gordura e por causa da gelatina. Quando arrefecer mais, se criar uma capa de gordura por cima, retirar. Colocar o líquido numa forma pincelada com óleo e deixar solidificar no frigorífico de um dia para o outro.

Levar as framboesas ao lume com o açúcar e o limão, juntar um pouco de água consoante a consistência que se deseja. Adicionar a fécula de batata para espessar o molho e torná-lo mais brilhante.

A panna cotta pode ser servida em taça com o molho por cima ou desenformada e regada com o molho de framboesas. Pode-se enfeitar com mais umas framboesas por cima a gosto.
(A cobertura também pode ser de morango, ou de um molho de chocolate.)


09/12/2013

As merendeiras de Batata Doce da Avó Lydia, uma receita de Família.

Acabadinhas de fazer e ainda a arrefecer...
Merendeiras de Batata Doce
(Receita de Natal da minha Avó Lydia)

Para um kilo de batata, um kilo de açúcar.
Coze-se a batata e passa-se pelo passador. Depois deita-se a batata no açúcar que está em ponto alto e mexe-se sempre porque a batata queima-se. Em fervendo um bocado, junta-se-lhe uma pitada de canela, um bocado de manteiga e umas pedrinhas de sal. Retira-se e deita-se-lhe farinha de milho espoada até estarem boas para tender. Deixa-se arrefecer a massa e tendem-se numa tigelinha. Depois de tendidas pintam-se com um ou dois ovos batidos.
(óbvio que saltei este passo dos ovos batidos e é perfeitamente dispensável no resultado final e não caberia numa receita hipoproteica).

A receita está escrita para quem conhece o processo, omite alguns passos e deixa outros para adivinhar. É sempre assim, cada vez que mergulho no livro de receitas da minha querida e saudosa Avó Lydia, arrependo-me ao fim do primeiro passo. Ponto alto? Ó Meu Deus! Não sei o que é um ponto alto. Um bocado de manteiga? Espoada? Ok, quer dizer peneirada. Mas como é que eu faço isso com tudo em andamento? Tender numa tigelinha? Francamente, não consigo perceber. Eu lembro-me de elas serem feitas em casa da minha Avó quando eu era pequena e lembro-me perfeitamente que iam ao forno, apesar de este "pequeno pormenor" estar omisso na receita.

E assim foi, pus mãos à obra, preparei a "massa" de véspera e no dia seguinte de manhã chamei o meu pequeno colaborador para me ajudar a moldar as "broinhas". O João, feliz, fazia as bolinhas e eu transformava-as em broínhas. Vinte minutos depois de irem ao forno ficaram prontas. E é verdade, ficaram deliciosas. Uma dentadinha, fechar os olhos e relembrar a casa da Avó, é esse o milagre das receitas de família, transportam-nos na máquina do tempo.

Experimentem, são deliciosas e aguentam-se bastante tempo se forem bem conservadas num ambiente seco. Ficam bem na mesa de Natal e permitem ser partilhadas por todos.

*E passaram muito bem na prova do CCB.

Tabela do CGM para Fenilcetonúria:
Batata doce Cozida 1 Parte= 49gr
Farinha de Milho  1 Parte= 71gr

09/04/2013

Folar da Páscoa


      
Ingredientes:
250grs de farinha (usei loprofin)
50 grs de margarina (usei planta com sabor a manteiga)
7 grs de fermento (usei o que vem na caixa da loprofin)
115 grs de açúcar
20 grs de substituto de ovo (usei o bezgluten) com 80ml água
150 ml de leite (usei o pró zero da vitaflo)
1 colher de café de erva doce em pó (mal cheia)
1 colher de café de canela (mal cheia)

Dissolve-se o fermento num pouco de leite morno (50ml) com 50grs da farinha e 1 colher de sopa de açúcar, tirados da quantidade total. Deixa-se levedar cerca de 20 minutos em sítio aquecido (coloquei dentro do micro-ondas).
Amassa-se a restante farinha com o substituto de ovo preparado, o restante açúcar. Adiciona-se a seguir a margarina derretida, o sal, a erva-doce e a canela e mistura-se bem. A massa fica semelhante à do pão.
Depois junta-se a massa de fermento levedada e mistura-se bem.
Cobre-se com um pano molhado em água quente e bem espremido e deixa-se levedar mais ou menos 2 horas em local aquecido (coloquei dentro do forno desligado).
Coloquei a massa numa forma redonda de aro, no meio coloquei um ovo (cujo objectivo é apenas decorativo) e cobri com massa por cima.
Coloquei no forno 40 minutos.
Foi o 1º folar que me saiu bem. Espero que gostem.

Aproveito para agradecer a todas a partilha das receitas - Muito obrigado.


31/03/2013

Uma Boa e Doce Páscoa Pku!

Confeitos de açúcar e funcho, rebuçados de alcaçuz e bombons de chocolate hipoproteico.
Pérolas da Ilha de São Miguel, os confeitos de funcho com 0,5% de Proteína, açúcar, sementes de funcho e amido, da confeitaria tradicional dos Açores, foram as nossas amêndoas da Páscoa lá em casa, rebuçados de alcaçuz de cores maravilhosas em turquesa e púrpura comprados na Tiger, e uns chocolatinhos muito divertidos de fazer mano a mano com o João Pku, mas que na verdade ele não come. Os chocolates eram o Vita Bite, uma barra da Loprofin e de alfarroba adquirido no Celeiro. A  mesa de  almoço de Páscoa com alguma imaginação e a preciosa ajuda de umas formas se silicone com temas da época foi focada nos doces hipoproteicos do João. Com o Domingo cinzento e chuvoso, ficámos este ano sem a caçada aos ovos da Páscoa no jardim, mas ainda pode vir a acontecer!
Uma Santa e Doce Páscoa para todos.
Um abraço Sofia

27/03/2013

Kit escola para a Páscoa!


Nesta época de Páscoa já se sabe que nas escolas há sempre actividades comemorativas. E muitas vezes essas actividades passam por...comida. Bom na escola do Vasco estavam a planear algumas actividades, sem ainda estarem definidas em concreto. Aproveitei a oportunidade e sugeri: e porque não fazerem bombons de chocolate com formatos alusivos à Páscoa? A sugestão suscitou imediato interesse da educadora do Vasco e logo combinamos a compra de moldes, conversámos sobre técnicas de confecção e chegámos à conclusão que seria uma actividade muito gira para todos os meninos.
E assim foi! O Vasco levou hoje para a escola o seu kit de Páscoa (foto acima), ou seja um molde para fazer bombons e uma barra de chocolate vita bite.
Claro que também já fiz uns chocolatinhos em casa. Experimentei três tipos de chocolate, chocolate à base de leite de arroz, chocolate de alfarroba e o vita bite. Basta untar ligeiramente o molde, colocar chocolate previamente derretido, levar ao frigorífico por umas horas e já está.
Aqui deixo uma foto dos primeiros bombons que fiz, com chocolate de alfarroba, e que, para além de deliciosos, ficaram perfeitos!
Boa Páscoa para todos!

Paula Viegas

25/03/2013

Os Ovos da Páscoa da Isabel

Olá,

Para a Páscoa fiz uns ovos de salame com ovos verdadeiros.
No último mês, guardei alguns onde precisei de usar a gema e a clara. Deve-se fazer um buraquinho o mais pequeno possível (que não foi o caso!). Lavei muito bem por dentro e por fora.

Depois enchi-os com o salame da receita da Paula. Devem ir para o frigorífico a seguir.
A seguir, para fechar o buraco, a minha mãe usava lacre só que achei que não devia ser muito saudável em cima do chocolate... Por isso usei aquelas massas de açúcar de cobrir bolos, e a seguir usei um laço e o lacre para fechar bem.
E vão ambas comer os ovos, já que a mais pequena se habituou a comer também do chocolate do Porto.
Beijinhos e aproveitem os momentos de família que é coisa única!

Isabel Mendonça

21/02/2013

A Marmelada da minha Avó

ainda a arrefecer
O meu João passou a noite toda a vomitar, perante o meu desespero. De manhã gerou-se a discussão de sempre, o Pai a querer leva-lo imediatamente às urgências do hospital, e eu a fazer tudo para o segurar em casa. Desta vez, penso que a minha razão levou a melhor, não estava muito prostrado e coloquei-o a dieta rigorosíssima  inclusivamente de água, que é uma das questões mais difíceis de contornar. Pede-me desesperadamente água e não suporta as alternativas que lhe ofereço para ajudar a hidratar, Oral Suero e chá preto com açúcar. E o que lhe dei para ganhar forças? Fui a correr fazer duas taças da marmelada da minha Avó Lydia. Simples e maravilhosa, sei que ele adora e tem apenas marmelo cozido e açúcar. Por sorte tinha meia dúzia de marmelos em casa. Dito e feito. A regra é respeitar a proporção: Para 1 kilo de polpa de marmelo cozido e escorrido, 1,5 kilos de açúcar e o resto vai-se adivinhando, porque para não variar a receita está escrita no livro como se fosse dirigida a quem já sabe!
Ingredientes
Para as minhas duas tacinhas:
  • 0,300kg de polpa de marmelo cozida a vapor e escorrida
  • 0,450Kg de açúcar branco
Preparação
  1. Descascam-se os marmelos e limpam-se muito bem de sementes e das cartilagens mais duras.As mais jeitosas fazem geleia com este material! 
  2. Coze-se a polpa a vapor ou em muito pouca água.
  3. Pesa-se a polpa muito bem escorrida e reduz-se a puré com a varinha mágica.
  4. Junta-se o açúcar e mexe-se muito bem com uma colher de pau.
  5. Vai ao lume até ferver e ganhar ponto, mexendo sempre muito bem e continuando a mexer após retirar do lume durante mais algum tempo. Aqui voltamos ao olhómetro porque esta história dos "pontos" é para quem sabe, e eu só sei adivinhar que quando a massa começa a cair da colher com um "ar de quem já está pronta", eu desligo e em geral tem funcionado sempre muito bem com esta receita de marmelada.
  6. Deita-se em taças de vidro e deixa-se arrefecer.
Um doce muito simples, fácil de conservar e que todos podemos partilhar. Para quem faz em maiores quantidades, o ideal é colocar um bocado de papel vegetal em cima,(embebido em aguardente, para adultos) e guardar em local seco e bem ventilado. O meu João adora e fica muito feliz por todos o partilharmos em conjunto. Simples, com banana, a rechear crepes e tortas, é o que se quiser. E em caso de gastrites, é excelente!

Rico em Carotenos e Vitamina C. Rica em Potássio, Cálcio e Magnésio. Rico em hidratos de carbono e fibras.
0,3g de Proteína por 100gr de produto

1 Parte=202g

04/02/2013

Um preparado = Waffles + Panquecas + Crepes

Sou absolutamente fã de receitas ou misturas base, que podemos preparar em quantidade e guardar na despensa ou no frigorífico, para estarem sempre à mão e com elas confeccionar varias receitas (a mistura para omelete e um bom exemplo disso e eu já não passo sem ela). O site cookforlove tem também disponível uma receita base para waffles e panquecas que um dia destes experimentei e adorei os resultados. Então experimentei juntar um pouco mais de liquido (leite) à receita base e finalmente consegui fazer crepes!  E melhor ainda crepes com textura, aspecto e sabor deliciosos! A minha historia com os crepes é longa e cheia de frustrações. Já experimente pelos menos umas seis receitas de crepes e nunca consegui bons resultados, ora a mistura fica espessa, ora fica liquida e com textura de "borracha", ora nao espalha na frigideira, enfim...Mas esta receita meus amigos, fica no ponto!

Preparado base para waffles, panquecas e crepes:
390g de farinha Loprofin
1 colher de sopa + 1 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de açúcar (omitir se quiser uma base mais neutra)
2 colheres de sopa de açúcar mascavado claro
6 colheres de sopa de manteiga bem fria e cortada aos cubinhos
Misture bem todos os ingredientes a excepção da manteiga. Junte a manteiga aos cubinhos e amasse com a ponta dos dedos até que a mistura fique granulada, tipo areia. Guarde em recipiente fechado no frigorífico. Conserva-se durante um mês.
Para preparar panquecas (para 3 panquecas):
60g preparado base
60gm de leite de arroz ou hipoproteico
1/2 colher de chá de sumo de limão
Misture bem os ingredientes. Unte ligeiramente uma frigideira com óleo e aqueça bem. Verta um terço do preparado. Deixe dourar de ambos os lados e está pronto. Repita com o restante preparado. A foto que tirei das panquecas não saiu bem, por isso não dá para vos mostrar.
Para preparar waffles (para 4 waffles):
120g preparado base
120gm de leite de arroz ou hipoproteico
1 colher de sopa de manteiga derretida
1/2 colher de chá de sumo de limão
Misture o leite com a manteiga e o sumo de limão e junte ao preparado, misturando bem. Quem tiver uma máquina de fazer waffles ainda melhor. Eu não tenho por isso inventei e utilizei um mini grelhador. Caso opte por esta solução unte ligeiramente o grelhador com oléo e aqueça bem. Verta um quarto do preparado. Deixe dourar de ambos os lados e está pronto. Repita com o restante preparado.

Para preparar crepes (para 4 crepes pequenos):
60g preparado base
90gm de leite de arroz ou hipoproteico
1/2 colher de chá de sumo de limão
Misture bem os ingredientes. Unte ligeiramente uma frigideira com oléo e aqueça bem. Verta um quarto do preparado. Deixe dourar de ambos os lados e já está. Repita com o restante preparado.


Na foto da esquerda estão os crepes prontos e na da direita crepe com banana caramelizada (leve 1 banana em rodelas numa frigideira antiaderente com uma colher de chá de manteiga e outra de açucar e deixe caramelizar) e canela.
Nota: as medidas a que acima faço alusão são de colher medida.

Para uma versão salgada é melhor omitir parte do açucar como referi acima (manter o açucar mascavado que é o que vai dar cor) e rechear com molho de legumes, cenoura e rebentos de soja salteados com molho de soja, bolonhesa, etc.
Para acompanhar ou rechear em versão doce sugiro banana caramelizada, açucar e canela, gelado, molho de frutos vermelhos, compota, mel, topping de chocolate... acho que não preciso de dar mais ideias certo ;) ?
Beijinhos
Paula Viegas

29/12/2012

Rabanadas da minha avó

Ola este natal fiquei-me pelas Rabanadas feitas pela minha avó.
Ingredientes:
  • Água
  • Casca de limão
  • Canela em pó
  • Canela em pau
  • Açúcar
  • Óleo
  • Fatias de pão de forma
Como  fazer:
Junta a água, o pau de canela, a casca de limão e o açúcar  numa panela e ferva até ficar com uma calda grossa.
Molhe as fatias de pão de forma nesse caldo e deixe escorrer.
Frite em òleo as fatias passam 1 vez cada face até ficarem douradas e ponha num prato com Canela em pó.
A minha avó ainda fez uma calda de casca de limão e de laranja com açúcar àgua e pau de canela para pôr por cima.

Festas Natalícias

Para este Natal optamos por não fazer o tradicional Bolo-Rei, mas sim rabanadas, aletria e arroz doce. A Sofia adorou, principalmente as rabanadas. 

Rabanadas
  • 4 fatias de pão de forma
  • água q.b.
  • casca de limão
  • canela em pau e em pó q.b.
  • açúcar q.b.
  • preparado de ovo completo (cc de 3 a 4 ovos)
  • óleo para fritar (usamos o de milho)

Fazer uma calda com água, açúcar, casca de limão e um pau de canela. Após ferver, retirar do fogão e embeber de ambos os lados as fatias uma a uma; retirar com cuidado para não desfazer e deixar secar um pouco. Entretanto preparar o ovo completo e aquecer o óleo, passar o preparado de ovo por cada fatia e fritar. Depois de dourar os dois lados, deixar escorrer, de preferência numa rede para não colar. Polvilhar com canela e açúcar a gosto.

Arroz doce
  • 1 chávena (pequena) de arroz carolino (pesar para ter a noção das partes)
  • açúcar amarelo a gosto
  • 1 embalagem de leite (usei da Loprofin)
  • casca de limão
  • 1 colher (sobremesa) de becel ou outra margarina, 
  • 1 pitada de sal, 
  • 1 pau de canela,canela em pó
  • 2 colheres de ovo amarelo (reconstituído).

Levar o arroz a cozer em água a ferver com o limão, o sal e a canela em pau. Mexer de vez em quando para não colar ao fundo. Entretanto colocar o leite a ferver. Quando o arroz estiver a abrir adicionar a margarina e o leite aos poucos, sem nunca deixar de mexer enquanto ferve. Junte o açúcar. Por fim, acrescentar o ovo amarelo. Retirar a casca de limão e o pau de canela, deitar num prato fundo e decorar a gosto.

Aletria
É uma variante da receita de arroz doce, com a diferença que se substituí por massa hipoproteica e o leite coloca-se a ferver com a água, ou seja desde o início.

E voilá!
Abraço a todos/as , Ana

03/11/2012

Mousse de morango

Mousse de fresas. Foto: Júlia Caballé

Ingredientes:
200ml de natas;
250g de morangos;
Sumo de 1/2 limão;
1 pacote de gelatina de morango;
50g de açúcar;
50g de yougurte Pral
250ml de água;

Preparação:
Em primeiro lugar, bater o yogurte com a água e o açúcar e aquecê-lo num tacho.
Quando ferver juntar a gelatina enquanto mexe.
Deixe arrefecer e junte os morangos previamente triturados com o sumo de limão.
Com cuidado junte as natas ao preparado enquanto mexe.
Pôr numa forma e levar ao frigorífico no mínimo durante 3 horas.


è uma delícia, claro que não ficou assim como na foto, além disso só fiz metade da receita...

Bom apetite!

06/08/2012

Panquecas doces, doces panquecas!

Com açúcar mascavado e amoras silvestres 
Com açúcar mascavado, amoras silvestres  e bananas passadas em manteiga 
Panqueca unidose

Ingredientes:

  • 45gr de farinha hipoproteica Loprofin
  • 2/4gr de substituto de ovo completo
  • 2 gotas de essência de baunilha
  • 1 colher sopa de azeite
  • 50ml de leite hipoproteico (pode ser um pouco mais dependendo da consistência que se quer)
  • uma/duas colheres de chá de açúcar mascavado para a massa e para polvilhar (pode ser açúcar branco, é claro!)
  • amoras* silvestres doces q.b.
  • e/ou banana* da madeira no ponto,nem muito madura nem muito verde
Preparação:
  1. Misturam-se os ingredientes para a massa da panqueca numa taça, começando pelos sólidos e só no fim os líquidos deixando para último o leite
  2. Batem-se os ingredientes muito bem com uma vara de arames até ficar uma massa com uma consistência uniforme e começar a formar bolhas (é aqui que se vê se queremos juntar um pouco mais de leite), não convém ficar muito espessa nem muito líquida
  3. Deita-se a massa numa frigideira anti-aderente com o diâmetro adequado (15/20cm) previamente aquecida ao lume (eu não a unto)
  4. Espalha-se a massa inclinando a frigideira com cuidado até ficar o fundo coberto
  5. deixa-se dourar de um lado
  6. Atira-se ao ar (perante a alegria do petiz)
  7. Quando estiver dourada de ambos os lados está pronta
  8. Polvilha-se com açúcar e serve-se 
  9. A banana corta-se em duas metades que se passam numa noz de  manteiga na frigideira. Quando douradas, polvilham-se de açúcar mascavado.
  10. Servem-se com a cobertura que se quiser, açúcar e canela,mel e frutas,etc.
*amoras 1Parte=67gr na Tabela de Equivalentes de Fenilalanina
*banana (com casca) 1 Parte=69gr na Tabela de Equivalentes de Fenilalanina

Et voilá! Posso dizer-vos que são deliciosas.